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| Mistic Angel

16 de setembro de 2010

Apelo de Amigo

Apelo de Amigo

Não diga que você não merece a bênção de Deus.
Atendamos à realidade.
Se a Divina Providência não confiasse em você, não teria você em mãos tarefas importantes quanto estas: uma criatura querida a proteger;alguém a instruir;uma casa a sustentar;um doente para assistir;uma profissão a exercer;esse ou aquele encargo, mesmo dos mais simples;algum ensinamento a compor;essa ou aquela atividade de auxílio aos semelhantes;algum trato de terra a cultivar;determinada máquina para conduzir.
Se a sabedoria da Vida nada esperasse de você não lhe teria dado tantos recursos, quais sejam:a inteligência lúcida que auxilia a discernir o certo do errado;a noção do bem e do mal;as janelas dos cinco sentidos;a capacidade mental cujas manifestações você pode aprimorar ao infinito, empregando o esforço próprio;a visão do corpo e da alma com que você realiza prodígios de observação e de análise;a palavra, que você é capaz de educar, e com a qual você encontra as maiores possibilidades de renovar o próprio destino;a audição com que recolhe mensagens de todos os setores da existência tão só pelo registro de sons diferentes;as mãos que lhe complementam os braços, expressando-se por antenas hábeis de serviço;as faculdades genésicas que, iluminadas pelo amor e dirigidas pelo senso de responsabilidade, lhe conferem poderes incomparáveis de criatividade nos domínios do corpo e do espírito;os pés que transportam você, atendendo-lhe a vontade.
Se você detêm maiores áreas de ação ou usufrui vantagens mais amplas, no que se reporta aos encargos e benefícios aqui relacionados, então você já obteve significativas promoções nos quadros da vida.
Quanto a imperfeições ou deficiências que ainda nos marquem, convém assinalar que estamos em evolução na Terra, sem sermos espíritos perfeitos.
Reflitamos nisso e aceitemo-nos como somos, procurando melhorar-nos e, ao melhorar-nos, estamos construindo o caminho certo para a Espiritualidade Maior.

15 de setembro de 2010

Caridade

"O verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entende Jesus, é benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, perdão das ofensas." (Resposta dos Espíritos Superiores à pergunta 886 de O Livro dos Espíritos).

O Amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito. Tal é o sentido das palavras de Jesus: "Amai-vos uns aos outros, como irmãos".

A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. Ela nos manda ser indulgentes porque temos necessidade de indulgência, e nos proíbe humilhar o infortúnio, ao contrário do que comumente se pratica. Se um rico nos procura, atendemo-lo com excesso de consideração e atenção, mas se é um pobre, parece que não nos devemos incomodar com ele. Quanto mais, entretanto, sua posição é lastimável, mais devemos temer aumentar-lhe a desgraça pela humilhação. O homem verdadeiramente bom procura elevar o inferior aos seus próprios olhos, diminuindo a distância entre ambos.

(Allan Kardec)

13 de setembro de 2010

Amizade sem interesse


Amizade sem interesse

Um dos grandes problemas que encontramos em nossas amizades é que quando uma pessoa se mostra muito amiga, nós logo ficamos perguntando a nós mesmos: “O que será que ela quer de mim?” Muitas das amizades têm segundas intenções, pois apenas querem se favorecer de alguma coisa.

Em seu egoísmo, as pessoas procuram tirar vantagens umas das outras.

São muitas as vezes em que ficamos desiludidos, vendo um amigo se afastar depois que não pode mais tirar proveito da gente.

Esta situação só irá melhorar quando nós e nossos amigos tivermos experimentado uma renovação em nossos corações.

No momento em que nós experimentarmos o amor de Deus em nossas vidas, receberemos dele forças para amar.

Esta força vem da fé em Jesus.

Ele, o nosso melhor amigo, deu a sua vida por nós.

Nada quis em troca, o fez porque nos ama. Ele é a ajuda que você e seus amigos precisam.

11 de setembro de 2010

A escala do crescimento emocional ou interior

A escala do crescimento emocional ou interior


Nem todas as pessoas se dão conta que o nosso crescimento interior é tão ou talvez até mais importante quanto o nosso crescimento físico.

O crescimento físico você vê. O crescimento interior você sente.

Quanto mais você cresce melhor você se sente, porque crescer resulta na conscientização cada vez melhor do valor de nosso mundo interior. É o sentimento que nos indica se a nossa vida vai bem ou não.

Imagine a escala do crescimento interior como uma escada de muitos degraus. Cada degrau acima representa um tipo de evolução e no topo da escada você encontra a emoção mais apreciada por nos, denominada amor.
Sentindo amor, você se abre para a vida, utiliza todo o seu potencial, sente uma grande harmonia interior, o que tem reflexos positivos sobre o seu trabalho e a sua saúde.

Este sentimento positivo não é algo que aparece e desaparece.

Como somos seres vivos e não máquinas, é evidente que temos vacilações de humor, porém o sentimento de bem-estar, harmonia, que pode ser compreendido como a nossa conscientização da descoberta de nossa riqueza interior, permanece.

No topo da escada você é emocionalmente crescido e amadurecido e sente vontade de realizar algo em agradecimento.

Quem chegou ao topo da escada compreendeu sua ligação ao infinito e agradece sempre.

A nossa capacidade de compreensão é a chave para o nosso bem-estar e é ela que nos abre o mundo.

Compreender o mundo em sua totalidade
faz você sentir-se em casa.

Uma coisa da qual você deve conscientizar-se é que quanto mais degraus você sobe, tanto mais recua o sentimento que mantém presos os que estão nos degraus de baixo e que se chama medo.

À medida que o medo recua ou diminui,
a confiança em si se desenvolve.

Semana que vem vamos falar dos nossos diversos mundos.

Apesar de todos habitamos o mesmo globo terrestre,
os nossos mundos diferem.

O nosso mundo é criado dentro de nossa cabeça.

É o que compreendemos e sentimos que o cria,
e nossa reação é a nossa resposta.

10 de setembro de 2010

SENTIMENTOS E EMOÇÕES

SENTIMENTOS E EMOÇÕES



“Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.” – Paulo (Romanos, 12:21)



Educa, filho meu, os teus sentimentos e as tuas emoções para que consigas agir na vida de modo mais brando, sem te entregares a atitudes desvairadas que, de alguma forma, possam demonstrar desequilíbrio interior.

Canaliza os teus sentimentos pela fonte do amor, a fim de que, em sintonia com os bons pensamentos, eles possam levar-te a realizar algo de concreto em favor do bem do próximo.

Sentimentos de tristeza geram atitudes negativas de egoísmo ou de insulamento.

Sentimentos de alegria tornam a vida mais amena, levando-te a agir com bondade perante aqueles que te cercam.

Controlando as tuas emoções, não te entregarás a atitudes perigosas e extremistas e que te levem a agir sem pensar. Controlar, porém, não significa reprimir e sim, educar, para não retribuires o mal com o mal, com manifestações de ódio ou desejos de vingança.

É natural que todos nós externemos as nossas emoções diante das situações inusitadas da vida. Porém, se soubermos educá-las, jamais permitiremos que as nossas emoções nos levem a praticar atos inconseqüentes e dos quais possa gerar algum remorso.

Emoções negativas e desequilibradas revelam embrutecimento da alma.

Contudo, emocionar-se perante acontecimentos dolorosos na vida de outros irmãos ou diante de pequeninos gestos de amor que nos sensibilizem o coração, demonstra crescimento interior.

Unindo os bons pensamentos às emoções construtivas, muito poderemos realizar no campo do bem, permitindo-nos levar alegria, paz e esperança aos corações aflitos e desiludidos.

E, relembrando o Apóstolo Paulo, “Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem”, faze com que os teus sentimentos e emoções se transformem em realizações belas e nobres e que te engrandeçam aos olhos do Mestre Jesus.

Irmã Maria do Rosário – Médium: Lucia Cominatto

9 de setembro de 2010

IRMÃOS DO CONTRA

Fácil, realmente, encontrar aqueles que se opõem à marcha natural dos trabalhos de fraternidade - os irmãos do contra.Não nos reportaremos, no entanto, a eles como quem abre comportas às sugestões de fracasso, mas sim para analisar o pessimismo e as conseqüências graves que lhe dizem respeito, ao modo de quem examina o perigo de doença determinada no comportamento de enfermos que a manifestam.Surgem por adversários potenciais de tudo e de todos.Prematuros na opinião, revelam-se tardos na ação.Revoltam-se ante a conformidade produtiva e resignam-se à frente dos excessos que destroem a existência.Não fazem sacrifícios, mas sacrificam a si próprios, sacrificando os outros.Esquecem o lado bom do passado para se acomodarem ao lado pior das próprias recordações.Afligem os aflitos, desajudando os semelhantes necessitados e exigem que os Mensageiros das Esferas Superiores se lhes façam servidores atentos.Se admitem algo, freqüentemente admitem o inadmissível.Normalmente contraditórios, contradizem qualquer projeto edificante.Com idéias preconcebidas, impugnam as idéias novas.Crônicos no desânimo, respiram em regime deficitário seja qual seja a direção que adotam nos caminhos da experiência.Exibem vozes acariciantes tão-somente quando embalam ruínas...Não vêem a noite que se esvai quando nasce o dia, mas salientam as primeiras nuvens que tisnam o alvorecer...Vigilantes no personalismo negativo, invertem atitudes e intenções das pessoas, qual se confundissem deliberadamente os frutos das árvores.Pela infertilidade no bem, ornam-se férteis no mal.E apenas coerentes com a própria incoerência, cuidam do corpo, descuidam do espírito e, vezes e vezes, renascem de novo para morrerem sob velhos enganos.Estudemos nossas vidas para verificar, por nós mesmos, quando nos identificamos com eles e quando nos situamos junto deles, prejudicando o curso das boas obras.E, observando construtivamente nossos irmãos do contra sistemático, por hospedeiros do pessimismo que ousaremos classificar qual ameaçadora virose mental, imunizemo-nos no cultivo da paciência invariável, oferecendo a todos eles o concurso da oração silenciosa por apoio invisível e o serviço incessante por remédio oportuno, na farmácia do bem.

Abraços fraternos, com votos sinceros de paz e luz,

8 de setembro de 2010

Deus Quero Coragem

Deus quero coragem

Deus quero coragem para sempre olhar o mundo comos olhos cheios de amor.Quero ser paciente,compreensiva, prudente...
Quero ver além das aparências:Deus não me deixa ser egoísta fria sem emoção, sem razão Dai-me um motivo uma canção. Deus que eu veja meus irmãos,teus filhos, como tu mesmo os vê.
Fecha meus ouvidos a todas as calúnias;guarda minha língua de todas as maldades,Que eu seja tão boa e tão alegre, que todos aqueles que se aproximarem de mim sintam tua presença ...
Reveste-me de tua beleza, Senhor.Me faz mais humana .. mais amigaSenhor abençoa minha famíliae aos meus amigos, aos doentes e necessitados ...
Senhor dai luz aos que por nadafazem guerras.... Senhor te peço pelos inocentesque morrem sem saber porque.Te peço pela paz ...Me faz mais humana .. Mais amiga Mas tua filha
Amém

6 de setembro de 2010

O Que é Mais Importante;

O que é mais importante:


Perdoar ou pedir perdão ?
Quem pede perdão mostra que ainda crê no amor.
Quem perdoa mostra que ainda existe amor para quem crê.
Mas não importa saber qual das duas coisas é mais importante.
É sempre importante saber que:
Perdoar é o modo mais sublime de crescer.
E pedir perdão é o modo mais sublime de se levantar...

21 de agosto de 2010

Acerte na Maneira de dizer as coisas


Uma conhecida anedota árabe diz que, certa vez um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.
Logo que despertou mandou chamar um adivinho para que interpretasse o sonho.

- Que desgraça, senhor, falou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!

- Mas que insolente, gritou o sultão enfurecido. Como te atreves? Fora daqui!
Chamou os guardas e mandou que dessem cem chibatadas no adivinho.

O sultão chamou então, outro adivinho, que após ouvir o sultão disse:
- Senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haverá de sobreviver a todos os vossos parentes.

A fisionomia do sultão iluminou-se e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho.
E quando este saía do palácio, um dos guardas lhe disse admirado.

- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro?

- Lembra-te meu amigo, respondeu o adivinho. Tudo depende da maneira de dizer as coisas.


20 de agosto de 2010

A Paciência

A paciência

A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.

Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.

A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.

Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo. -

Um Espírito amigo. (Havre, 1862.) - Retirado do Evangelho segundo o Espiritismo - Allan Kardec



6 de agosto de 2010

Apelo de Amigo

Apelo de Amigo


Não se deprecie.Não diga que você não merece a bênção de Deus.Atendamos à realidade.Se a Divina Providência não confiasse em você, não teria você em mãos tarefas importantes quanto estas:uma criatura querida a proteger;alguém a instruir;uma casa a sustentar;um doente para assistir;uma profissão a exercer;esse ou aquele encargo, mesmo dos mais simples;algum ensinamento a compor;essa ou aquela atividade de auxílio aos semelhantes;algum trato de terra a cultivar;determinada máquina para conduzir.Se a sabedoria da Vida nada esperasse de você não lhe teria dado tantos recursos, quais sejam:a inteligência lúcida que auxilia a discernir o certo do errado;a noção do bem e do mal;as janelas dos cinco sentidos;a capacidade mental cujas manifestações você pode aprimorar ao infinito, empregando o esforço próprio;a visão do corpo e da alma com que você realiza prodígios de observação e de análise;a palavra, que você é capaz de educar, e com a qual você encontra as maiores possibilidades de renovar o próprio destino;a audição com que recolhe mensagens de todos os setores da existência tão só pelo registro de sons diferentes;as mãos que lhe complementam os braços, expressando-se por antenas hábeis de serviço;as faculdades genésicas que, iluminadas pelo amor e dirigidas pelo senso de responsabilidade, lhe conferem poderes incomparáveis de criatividade nos domínios do corpo e do espírito;os pés que transportam você, atendendo-lhe a vontade.Se você detêm maiores áreas de ação ou usufrui vantagens mais amplas, no que se reporta aos encargos e benefícios aqui relacionados, então você já obteve significativas promoções nos quadros da vida.Quanto a imperfeições ou deficiências que ainda nos marquem, convém assinalar que estamos em evolução na Terra, sem sermos espíritos perfeitos.Reflitamos nisso e aceitemo-nos como somos, procurando melhorar-nos e, ao melhorar-nos, estamos construindo o caminho certo para a Espiritualidade Maior.


5 de agosto de 2010

Perante nós Mesmos

Perante nós mesmos

Vigiar as próprias manifestações, não se julgando indispensável e preferindo a autocrítica do auto-elogio, recordando que o exemplo da humildade é a maior força para a transformação das criaturas.
Toda presunção evidencia afastamento do Evangelho.
Agir de tal modo a não permitir, mesmo indiretamente, atos que signifiquem profissionalismo religioso, quer no campo da mediunidade, quer na direção de instituições, na redação de livros e periódicos, em traduções e revisões, excursões e visitas, pregações e outras quaisquer tarefas.
A exploração da fé anula os bons sentimentos.
Render culto à amizade e à gentileza, estendendo-as, quanto possível, aos companheiros e às organizações, mas sem escravizar-se ao ponto de contrariar a própria verdade, em matéria de Doutrina, para ser agradável aos outros.
O Espiritismo é caminho libertador.
Recusar várias funções simultâneas nos campos social e doutrinário, para não se ver na contingência de prejudicar a todas, compreendendo, ainda, que um pedido de demissão, em tarefa espírita, quase sempre equivale a ausência lamentável.
O afastamento do dever é deserção.
Efetuar compromissos apenas no limite das próprias possibilidades, buscando solver os encargos assumidos, inclusive os relacionados com as simples contribuições e os auxílios periódicos às instituições fraternais.
Palavra empenhada, lei no coração.
Libertar-se das cadeias mentais oriundas do uso de talismãs e votos, pactos e apostas, artifícios e jogos de qualquer natureza, enganosos e prescindíveis.
O espírita está informado de que o acaso não existe.
Esquivar-se do uso de armas homicidas, bem como do hábito de menosprezar o tempo com defesas pessoais, seja qual for o processo em que se exprimam.
O servidor fiel da Doutrina possui, na consciência tranqüila, a fortaleza inatacável.

"Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos."
Paulo. (II CORÍNTIOS, 13:5.)