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| Mistic Angel

5 de novembro de 2011

SIRVAMOS EM PAZ:
 
 
    "Não estejais inquietos por coisa alguma..." - Paulo. (Filipenses, 4:6)
 
Quase que em toda a parte encontramos pessoas agoniadas, sem motivo, ou exaustas, sem razão aparente.
Transitam nos consultórios médicos, recorrem a casas religiosas, suplicando prodígios, isolam-se na inutilidade, choram de tédio. Confessam desconhecer a causa dos males que as assoberbam; clamam, infundadamente, contra o meio em que vivem...
É que, via de regra, ao invés de situarem a mente no caminho natural da evolução, atiram-na aos despenhadeiros da margem.
Que a Terra hospeda multidões de companheiros endividados, tanto quanto nós mesmos, todos sabemos... A imprensa vulgar talha colunas e colunas dedicadas à tragédia, certas publicações cultivam o hábito de instalar a delinquência, conflitos explodem insuflando a rebeldia dessa ou daquela camada social, profetas do pessimismo adiantam escuras previsões...
Isso tudo acontece, isso tudo é inevitável.
Urge, no entanto, não dar, aos acontecimentos contrários à harmonia da vida, qualquer atenção, além da necessária. Basta empregar exageradamente a energia mental, num escândalo ou num crime, para entrar em relação com os agentes destrutivos que os provocaram. Ofereçamos ao repouso restaurativo ou à resistência ao mal mais tempo que o tempo indispensável e cairemos na preguiça ou na cólera que nos desgasta as forças.
Se consumimos alimento deteriorado, rumamos para a doença; se repletamos o cérebro de preocupações descontroladas, inclinamo-nos, de imediato, ao desequilíbrio.
Imunizando-nos contra semelhantes desajustes, exortou-nos o apóstolo Paulo: "não estejais inquietos por coisa alguma", como a dizer-nos que compete a nós outros, os que elegemos Jesus por Mestre, a obrigação de andar no mundo, ainda conturbado e sofredor, sem gastar tempo e vida em questões supérfluas, prosseguindo, firmes, na estrada de entendimento e serviço que o Senhor nos traçou.

 

Emmanuel

4 de novembro de 2011

CONFIANÇA

André Luiz

Se você está no ponto de cair da confiança para a negação, tome alguns momentos para refletir, conversando consigo mesmo.
Se o desânimo lhe bate à porta, em razão de alguma dificuldade, recorde que a dificuldade é sempre uma lição por aproveitar, ao passo que o desânimo nunca auxiliou a ninguém.
Se a irritação lhe cria aborrecimentos, o azedume é simplesmente uma nuvem entre você e a realidade.
Se você cometeu algum erro, isso significa tempo de aprender e não de desistir.
Se outros falharam, eis chegado o instante de mais confiança em Deus e em você mesmo.
Se injúrias apareceram, você encontrou a ocasião de agir e servir mais, conquistando a confiança dos outros.
Se temores lhe invadiram a mente lembre-se de que sem comando seguro, não há máquina que funcione.
Se a enfermidade lhe visita as forças, estará você no grande momento de praticar a sua fé sem desacreditá-la.
Confiança é a sua coragem de superar-se, realizando o melhor ao seu alcance.
Se você está procurando a felicidade pela prática do bem, não perca o seu dia com dúvida e desalento, porque confiando em Deus e em você mesmo, basta seguir em frente com o seu trabalho e você a encontrará.

 ( Francisco C.Xavier,)
http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html

3 de novembro de 2011

HOJE É O DIA

Bezerra de Menezes


Você que reconhece a sua limitação como médium do bem, tem que se compenetrar de que hoje é o dia de melhorar-se um pouco mais.

Você que julga que ajudaria com intensidade se fosse dono de capacidade mediúnica ostensiva, precisa aprender que o que faz crescer a ajuda é o amor. A mediunidade pode ser usada para o bem ou para o mal.

Você que depende de auxílio mediúnico para pautar os passos de sua vida, deve se lembrar de que todos os reencarnados são mais ou menos médiuns, portanto, hoje é o dia de você se harmonizar espiritualmente, procurando contato com o Evangelho de Jesus, aprendendo mais. Assim, poderá ouvir as suas intuições e exercer uma forma de mediunidade segura.

Todos nós podemos ser trabalhadores do bem, desde que estudemos e exercitemos a caridade.

Em cada dia que surge, devemos pois, repetir a afirmativa: “hoje é o dia” de fazermos um pouco mais pelo nosso progresso espiritual.


2 de novembro de 2011

Finados é dia de reflexão, de saudade e esperança



O dia de finados, é dia de reflexão, de saudade e de esperança.

A morte é ainda assunto-tabu, recalcado, silenciado. Preferimos viver como se a morte não existisse. Mas, na sociedade atual a morte é também trivializada com as guerras, calamidades, eutanásia, aborto, acidentes com auxílio da mídia. Há os que preferem fazer da morte uma experiência soft, é a “morte-soft”, relegada aos hospitais, funerárias e religiões. Aí a morte é maquiada, relativizada pelas instituições, chamada também de “morte digna”. Muitos de nós vivemos uma “vida inautêntica”, uma existência falsa porque não nos permitimos refletir e aceitar a morte.

A dura realidade é que a morte faz parte da vida, é o fim do curso vital, é uma invenção da própria vida em sua evolução. Morrer é uma experiência profundamente humana. Aliás, é a morte que confere um certo gosto e encanto à vida, pois se tudo fosse indefinidamente repetível, a vida se tornaria indiferente, insossa e até desesperadora. E então, a morte é um bem, uma manifestação da sabedoria do Criador. “Nada mais horrível que um eterno-retorno” (Sto Agostinho). Vemos assim que a morte não se opõe à vida, mas ao nascimento. A vida humana será sempre uma “vida mortal”, só na eternidade teremos uma “vida vital”.

Para os que crêem na eternidade, a morte é porta de entrada da vida, o acesso a uma realidade superior, a posse da plenitude. Assim a morte é um ganho, verdadeira libertação, uma bênção que livra a vida do tédio. Porém, do ponto de vista racional ou filosófico, a morte repugna. Budha escreveu: “O homem comum pensa com indiferença na morte de um estranho, com tristeza na morte de um parente e com horror na própria morte”. Outro pensador, Epiteto, disse: “Quando morre o filho ou a mulher do próximo, todos dizem: é a lei da humanidade. Mas, quando morre o próprio filho ou a própria mulher, o que se ouve são gemidos, gritos e lágrimas”.

A ressurreição de Jesus trouxe uma revolução em relação à morte, transformou o “poente em nascente”, Cristo “matou a morte”. Bem escreveu o poeta Turoldo: “morrer é sentir quanto é forte o abraço de Deus”. O fim transforma-se em começo e acontece um segundo nascimento, a ressurreição. “Então, descansaremos e veremos. Veremos e amaremos. Amaremos e louvaremos. Eis o que haverá no Fim que não terá fim” (Sto Agostinho). A fé nos garante que a morte não é uma aniquilação da vida, mas uma transformação. O homem vive para além da morte. Não precisa reencarnar. Creio na ressurreição da carne e no mundo que há de vir. A morte será então a maior festa da vida porque com ela dá-se o início da plena realização da pessoa humana. Habitaremos com Deus com um corpo incorruptível, espiritual e glorioso.

Com Santa Terezinha, todo cristão pode dizer: “Não morro, entro na vida”. A morte não é apenas um fim, ela é também e principalmente um começo. É o início do dia sem ocaso, da eternidade, da plenitude da vida. A vida é imortal espiritualmente falando. Na morte chegamos a ser plenamente “ Teu rosto Senhor é nossa pátria definitiva”. No céu veremos, amaremos, louvaremos, diz Santo Agostinho. A participação na vida divina faz brotar em nossos corações, assombro e gratidão. Sem fé, porém a morte é absurdo, inimigo, derrota, ameaça, humilhação, tragédia, vazio, nada. Na fé, a morte é irmã, é condição para mais vida, é coroamento e consumação; é revelação e glória do bem.

Por fim, a morte tem um valor educativo: ensina o desapego da propriedade privada, iguala e nivela todas as classes sociais, relativiza a ambição e ganância, ensina a fraternidade universal na fragilidade da vida, convida à procriação para eternizar a vida biológica, rompe o apego a circuito fechado entre as pessoas mesmo no matrimônio, leva ao supremo conhecimento de si e oportuniza a decisão máxima e a opção fundamental da pessoa.

Para morrer bem, é preciso viver fazendo o bem: “levaremos a vida que levamos”. O bem é o passaporte para a eternidade feliz e o irmão que ajudamos será o avalista de nossa glória no céu: “Vinde benditos”.

Dom Girônimo Zanandréa

1 de novembro de 2011

SERVE   E  CAMINHA
Emmanuel

Não hesites. Inicia a jornada do serviço ao próximo, onde estiveres.
 Faze algo. Desfaze-te de algum pertence a benefício de alguém com necessidades maiores do que as tuas.
Alivia os obstáculos em que algum enfermo se encontre.
Age em favor de alguma criança sem proteção.
Estende, pelo menos, essa ou aquela migalha de apoio às mães desvalidas.
Afirma-nos o Evangelho que a fé sem obras é morta.
Sonha e mentaliza, mas serve e caminha.

Psicografia do médium Francisco Cândido Xavier.


31 de outubro de 2011

 
 

Pudera eu ter a capacidade de levar aos que sofrem, uma palavra certa que atinja sempre o ponto exato de cada problemática. Tantas dores, tantas dúvidas, tantas incompreensões...
Pudera eu ter a luz para todos os problemas. Tantas tristezas, tantas angústias.
Oh, meu Deus! As dificuldades e os sofrimentos são tantos.
Pudera eu visualizar um mundo sem guerras, sem ódios, um mundo em que todos se amassem, se respeitassem e dignificassem o Criador com ações enquadradas no mais puro sentimento de alegria, felicidade e amor.
Já que eu não tenho a capacidade, acho que só existe um caminho:
Amem-se sem distinção de raças, crenças e sem tudo aquilo que o homem inventou para viver em conflitos e desunião.
Façam sempre o bem sem olhar a quem.
Já imaginaram se todos procurassem ser bons?
Tenho certeza que seria maravilhoso e não teríamos tanta tristeza que assola este mundo.
Acho que vale a pena sonhar pelo lado positivo dos fatos, vocês não acham?


30 de outubro de 2011



Tua mensagem não se constitui apenas do discurso ou do título de cerimônia com que te apresentas em plano convencional; é a essência de tuas próprias ações, a exteriorizar-se de ti, alcançando os outros.
Sem que percebas, quando te diriges aos companheiros para simples opiniões, em torno de sucessos triviais do cotidiano, está colocando o teu modo de ser no que dizes; ao traçares ligeira frase, num bilhete aparentemente sem importância, derramas o conteúdo moral de teu coração naquilo que escreves, articulando referência determinada, posto que breve, apontas o rumo de tuas inclinações; em adquirindo isso ou aquilo, entremostras o próprio senso de escolha; elegendo distrações, patenteias por elas os interesses que te regem a vida íntima...
Reflete na mensagem que expedes, diariamente, na direção da comunidade.
As tuas ideias e comentários, atos e diretrizes voam de ti, ao encontro do próximo, à feição das sementes que são transportadas para longe das árvores que as produzem.
Cultivemos amor e justiça, compreensão e bondade, no campo do espírito.
Guarda a certeza de que tudo quando sintas e penses, fales e realizes é substância real de tua mensagem às criaturas e é claramente pelo que fazes às criaturas que a lei de causa e efeito, na Terra ou noutros mundos, te responde, em zelando por ti.


(Francisco Candido Xavier)

29 de outubro de 2011

NO ROTEIRO DA FÉ


"Se alguém quer vir após mim, negue a si mesmo,
tome cada dia a sua cruz e siga-me." - Jesus



O aviso do Senhor é insofismável.

"Siga-me" - diz o Mestre.

Entretanto, há muita gente a lamentar-se de fracassos e desilusões, em matéria de fé, nas escolas do Cristianismo, por não Lhe acatarem o conselho.
Buscam Jesus, fazendo a idolatria em derredor de seus intermediários humanos e, como toda criatura terrestre, os intermediários humanos do Evangelho não podem substituir o Cristo, junto à sede das almas.
Aqui, é o padre católico, caridoso e sincero, contudo, incapaz de oferecer a santidade perfeita.
Ali, é o pastor da Igreja Reformada, atento e nobre, mas inabilitado à demonstração de todas as virtudes.
Acolá, é o médium espírita, abnegado e diligente, todavia distante da própria sublimação.
Mais além, surgem doutrinadores e comentaristas, companheiros e parentes, afeiçoados ao estudo e excelentes amigos, mas ainda longe da integração com o Benfeitor Eterno.
E quase sempre aqueles que o acompanham, na suposição de buscarem o Cristo, ante os mínimos erros a que se arrojam, por força da invigilância ou inexperiência, retiram-se, apressados, do serviço espiritual, alegando desapontamento e amargura.
O convite do Senhor, no entanto, não deixa margem à dúvida.
Não desconhecia Jesus que todos nós, os Espíritos encarnados ou desencarnados que suspiramos pela comunhão com Ele, somos portadores de cicatrizes e aflições, dívidas e defeitos, muitas vezes escabrosos. Daí o recomendar-nos: - "Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me".
Se te dispõe, desse modo, a encontrar o Senhor para a edificação da tua felicidade, renuncia com desassombro às bagatelas da estrada, suporta corajosamente as conseqüências dos teus atos de ontem e de hoje e procura Jesus por Divino Modelo.
Não olvides que há muita diferença entre seguir o Cristo e seguir os cristãos.
De “ Palavras de Vida Eterna “
De Francisco Cândido Xavier
Pelo Espírito Emmanuel

28 de outubro de 2011



alma para o Êxito
Em todos os passos da vida, a calma é convidada a estar presente.Aqui, é uma pessoa tresvairada, que te agride…
Ali, é uma circunstância infeliz, que gera dificuldade…
Acolá, é uma ameaça de insucesso na atividade programada…
Adiante, é uma incompreensão urdindo males contra os teus esforços…
É necessário ter calma sempre.
A calma é filha dileta da confiança em Deus e na Sua justiça, a expressar-se numa conduta reta que responde por uma atitude mental harmonizada.
Quando não se age com incorreção, não há por que temer-se acontecimento infeliz.
A irritação, alma gêmea da instabilidade emocional, é responsável por danos, ainda não avaliados, na conduta moral e emocional da criatura.
A calma inspira a melhor maneira de agir, e sabe aguardar o momento próprio para atuar, propiciando os meios para a ação correta.
Não antecipa, nem retarda.
Soluciona os desafios, beneficiando aqueles que se desequilibram e sofrem.
Preserva-te em calma, aconteça o que acontecer.
Aprendendo a agir com amor e misericórdia em favor do outro, o teu próximo, ou da circunstância aziaga, possuirás a calma inspiradora da paz e do êxito.


Divaldo P. Franco.
Ditado pelo Espírito Joanna de Angelis
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27 de outubro de 2011




Em nossa vida comum, o "ser" e o "ter" encontram-se separados. E muitas vezes as nossas tarefas diárias, nosso emprego, nossos afazeres, tornam-se justificativas para que não nos tornemos melhores.
E pensamos assim: "Como posso me tornar mais calmo se, ao seguir para o meu trabalho, me sinto agredido muitas vezes?"
"Como posso ser perseverante se a vida é inconstante, num vai e vem de instabilidade?"
"Como posso ser bom se a bondade, hoje, se confunde com uma certa insensatez?"
E assim, vamos nos desculpando e pensando que amanhã, amanhã faremos um esforço e tentaremos ser melhores.
Não importa, amigos, o que se faça. Não importa a natureza do nosso trabalho; o que é relevante é como nós o executamos, de que modo nós desempenhamos nossas tarefas. É importante que encontremos a alegria, que encontremos a entrega por tudo aquilo que fazemos. É importante que exercitemos, nessas nossas virtudes, tudo aquilo que é desejável para o nosso espírito. No próprio ato de execução de tudo aquilo que temos de fazer, nas nossas tarefas para o sustento do dia a dia, nas tarefas domésticas, que busquemos nos colocar inteiros naquilo que estamos fazendo e, aos poucos, vamos sentindo que nos tornamos mais calmos, mais tolerantes, que vamos nos fazendo mais amorosos, integrando em nós mesmos aquela luz que nos torna únicos. Nós não somos seres compartimentados. Não existem distâncias de atuação que sejam isoladas. Nos tornamos melhores na medida em que vivemos com esse firme propósito em nosso coração. Todas as nossas tarefas se tornam espiritualizadas na medida em que as executamos com espírito de elevação, na medida em que nos entregamos a elas com a nossa mente aberta, com o nosso coração pleno.
Não esperem que mudanças aconteçam pelo simples fato de orarem mais, ou de estarem mais despertos para uma realidade espiritual. Mais do que um exercício de alguns momentos das suas vidas, tornem cada momento num momento de gratidão, num momento de agradecimento.
Que Deus possa alimentá-los na sua força, na sua confiança.


26 de outubro de 2011




A humanidade está sendo chamada para o despertar de um novo alvorecer.
Vamos tomar consciência de que uma nova era se aproxima e que é necessário que mudanças ocorram.
Vamos deixar de lado velhos hábitos rançosos, que estão apenas impedindo que o nosso despertar aconteça.
Necessário se faz, agora mais do que nunca, que estejamos preparados para esse porvir.
Mudanças ocorrerão, portanto, busquem com coragem acompanhar esse novo tempo, esse novo despertar.
Não permitam que a incompreensão os afaste desse momento.
Caminhos novos surgirão, e é de fundamental importância que procuremos afastar de nossa mente, toda e qualquer insegurança e medo. O futuro pertence àqueles que já conseguem visualizar, ainda que imperfeitamente, as mudanças que estão por vir.
Que cada um procure, desde já, iniciar essa transformação dentro de si próprio, pois assim esse despertar será mais suave, mais tranqüilo.
Que todos possam compreender que dependerá apenas da participação consciente de cada um para que este mundo se torne melhor.
As mudanças ocorrerão no mundo em que vivem a partir do momento que cada um entender a sua real necessidade de participar com responsabilidade nesse processo e para que ele ocorra guiado pela luz e paz, para toda a humanidade.
Que todos usem de seu discernimento para que haja uma grande transformação.
Consciência e responsabilidade é o que pedimos a todos.
Despertem, um novo mundo os espera!

Um Amigo (Pscografia)

25 de outubro de 2011

 
 

O que te espanta em saber que as verdades da alma são reveladas aos poucos?
A medida é a que cada um tem em si para assimilar, proveitosamente, as novas lições de luz.
De nada adianta pleitearem sabedoria e revelações antes do tempo certo de amadurecimento material, moral e espiritual.
Há muita letargia e comodismo em se tratando da grande maioria.
Todos preferem o prato servido, sem se dar conta de como ele é feito.
Entretanto, é neste processo de elaboração das soluções dos problemas, das necessidades de desenvolvimento e sublimação dos sentidos, que há crescimento.
O desenvolvimento adquirido através desta busca nos impulsiona ao progresso, nos torna úteis, preenche nossa mente. Entre os choques de angústia e alegria, paz e pânico, serenidade, ansiedade e harmonia, forjamos o nosso discernimento, o nosso equilíbrio.
A constância destes altos e baixos, trazendo-nos alegrias e tristezas, levam-nos à descoberta e à conquista de nosso ser. E aí está a graça, o inédito do viver.
Verdades, todos nós as temos, mas na medida do que aprendemos, com o que já construímos.