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| Mistic Angel

27 de fevereiro de 2013

Vinte Serviços


Vinte Serviços

1. Integra você no conhecimento de sua posição de criatura eterna e responsável, diante da vida.
2. Expõe o sentido real das lições do Cristo e de todos os outros mentores espirituais da Humanidade, nas diversas regiões do Planeta. 
3. Suprime-lhe as preocupações originárias do medo da morte, provando que ela não existe. 
4. Revela-lhe o princípio da reencarnação, determinado o porquê da dor e das aparentes desigualdades sociais. 
5. Confere-lhe forças para suportar as maiores vicissitudes do corpo, mostrando a você que o instrumento físico nos reflete as condições ou necessidades do espírito. 
6. Tranqüiliza você com respeito aos desajustes da parentela, esclarecendo que o lar recebe não somente os afetos, mas também os desafetos de existências passadas, para a necessária regeneração. 
7. Demonstra-lhe que o seu principal templo para o culto da presença Divina é a consciência. 
8. Liberta-lhe a mente de todos os tabus em matéria de crença religiosa. 
9. Elimina a maior parte das suas preocupações acerca do futuro além da morte. 
10. Dá-lhe o conforto do intercâmbio com os entes queridos, depois de desencarnados. 
11. Entrega-lhe o conhecimento da mediunidade. 
12. Traça-lhe providências para o combate ou para a cura da obsessão. 
13. Concede-lhe o direito à fé raciocinada. 
14. Destaca-lhe o imperativo da caridade por dever. 
15. Auxilia você a revisar e revalorizar os seus conceitos de trabalho e tempo. 
16. Concede-lhe a certeza natural de que, se beneficiamos ou prejudicamos alguém, estamos beneficiando ou prejudicando a nós próprios. 
17. Garante-lhe serenidade e paz diante da calúnia ou da crítica. 
18. Ensina você a considerar adversários por instrutores. 
19. Explica-lhe que, por maiores sejam as suas dificuldades exteriores, intimamente você é livre para melhorar ou agravar a própria situação. 
20. Patenteia-lhe que a fé ilumina o caminho, mas ninguém fugirá da lei que manda atribuir a cada qual segundo as obras pessoais. 
Essas são vinte das muitas bênçãos que o Espiritismo realiza em nosso favor. Será curioso que cada um de nós pergunte a si mesmo o que estamos nós a fazer por ele.


Andre Luiz

26 de fevereiro de 2013

Renovação


Renovação

Desligando-me dos laços Inferiores que me prendiam às atividades terrestres, elevado entendimento felicitou-me o espírito.
Semelhante libertação, contudo, não se fizera espontânea.
Sabia, no fundo, quanto me custara abandonar a paisagem doméstica, suportar a incompreensão da esposa e a divergência dos filhos amados.
Guardava a certeza de que amigos espirituais, abnegados e poderosos, me haviam auxiliado a alma pobre e imperfeita, na grande transição.
Antes, a inquietude relativa à companheira torturava-me incessantemente o coração; mas, agora, vendo-a profundamente identificada com o segundo marido, não via recurso outro que procurar diferentes motivos de interesse.
Foi assim que, eminentemente surpreendido, observei minha própria transformação, no curso dos acontecimentos.
Experimentava o júbilo da descoberta de mim mesmo.
Dantes, vivia à feição do caramujo, segregado na concha, impermeável aos grandiosos espetáculos da Natureza, rastejando no lodo.
Agora, entretanto, convencia-me de que a dor agira em minha construção mental, à maneira da aluvião pesada, cujos golpes eu não entendera de pronto.
A aluvião quebrara a concha de antigas viciações do sentimento.
Libertara-me.
Expusera-me o organismo espiritual ao sol da Bondade Infinita.
E comecei a ver mais alto, alcançando longa distância.
Pela primeira vez, cataloguei adversários na categoria de benfeitores.
Comecei a freqüentar, de novo, o ninho da família terrestre, não mais como senhor do círculo doméstico, mas como operário que ama o trabalho da oficina que a vida lhe designou.
Não mais procurei, na esposa do mundo, a companheira que não pudera compreender-me e sim a irmã a quem deveria auxiliar, quanto estivesse em minhas forças.
Abstive-me de encarar o segundo marido como intruso que modificara meus propósitos, para ver apenas o irmão que necessitava o concurso de minhas experiências.
Não voltei a considerar os filhos propriedade minha e alui companheiros muito caros, aos quais me competia estender os benefícios do conhecimento novo, amparando-os espiritualmente na medida de minhas possibilidades.
Compelido a destruir meus castelos de exclusivismo injusto, senti que outro amor se instalava em minhalma.
Órfão de afetos terrenos e conformado com os desígnios superiores que me haviam traçado diverso rumo ao destino, comecei a ouvir o apelo profundo e divino, da Consciência Universal.
Somente agora, percebia quão distanciado vivera das leis sublimes que regem a evolução das criaturas.
A Natureza recebia-me com transportes de amor.
Suas vozes, agora, eram muito mais altas que as dos meus interesses isolados.
Conquistava, pouco a pouco, o júbilo de escutar-lhe os ensinamentos misteriosos no grande silêncio das coisas.
Os elementos mais simples adquiriam, a meus olhos, extraordinária significação.
A colônia espiritual, que me abrigara generosamente, revelava novas expressões de indefinível beleza.
O rumor das asas de um pássaro, o sussurro do vento e a luz do Sol pareciam dirigir-se à minhalma, enchendo-me o pensamento de prodigiosa harmonia.
A vida espiritual, inexprimível e bela, abrira-me os pórticos resplandecentes.
Até então, vivera em “Nosso Lar” como hóspede enfermo de um palácio brilhante, tão extremamente preocupado comigo mesmo, que me tornara incapaz de anotar deslumbramentos e maravilhas.
A conversação espiritualizante tornara-se indispensável.
Aprazia-me, antigamente, torturar a própria alma com as reminiscências da Terra.
Estimava as narrativas dramáticas de certos companheiros de luta, lembrando o meu caso pessoal e embriagando-me nas perspectivas de me agarrar, novamente, à parentela do mundo, valendo-me de laços inferiores.
Mas agora... perdera totalmente a paixão pelos assuntos de ordem menos digna: as próprias descrições dos enfermos, nas Câmaras de Retificação, figuravam-se-me desprovidas de maior interesse.
Não mais desejava informar-me da procedência dos infelizes, não indagava de suas aventuras nas zonas mais baixas.
Buscava irmãos necessitados.
Desejava saber em que lhes poderia ser útil.
Identificando essa profunda transformação, falou-me Narcisa certo dia: — André, meu amigo, você vem fazendo a renovação mental.
Em tais períodos, extremas dificuldades espirituais nos assaltam o coração.
Lembre-se da meditação no Evangelho de Jesus.
Sei que você experimenta intraduzível alegria ao contacto da harmonia universal, após o abandono de suas criações caprichosas, mas reconheço que, ao lado das rosas do júbilo, defrontando os novos caminhos que se descerram para sua esperança, há espinhos de tédio nas margens das velhas estradas inferiores que você vai deixando para trás.
Seu coração é uma taça iluminada aos raios do alvorecer divino, mas vazia dos sentimentos do mundo, que a encheram por séculos consecutivos.
Não poderia, eu mesmo, formular tão exata definição do meu estado espiritual.
Narcisa tinha razão.
Suprema alegria inundava-me o espírito, ao lado de incomensurável sensação de tédio, quanto às situações da natureza inferior.
Sentia-me liberto de pesados grilhões, porém, não mais possuía o lar, a esposa, os filhos amados.
Regressava freqüentemente ao círculo doméstico e aí trabalhava pelo bem de todos, mas sem qualquer estímulo.
Minha devotada amiga acertara.
Meu coração era bem um cálice luminoso, porém, vazio.
A definição comovera-me.
Vendo-me as lágrimas silenciosas, Narcisa acentuou: — Encha sua taça nas águas eternas daquele que é o Doador Divino.
Além disso, André, todos nós somos portadores da planta do Cristo, na terra do coração.
Em períodos como o que você atravessa, há mais facilidade para nos desenvolvermos com êxito, se soubermos aproveitar as oportunidades.
Enquanto o espírito do homem se engolfa apenas em cálculos e raciocínios, o Evangelho de Jesus não lhe parece mais que repositório de ensinamentos comuns; mas, quando se lhe despertam os sentimentos superiores, verifica que as lições do Mestre têm vida própria e revelam expressões desconhecidas da sua inteligência, à medida que se esforça na edificação de si mesmo, como ensinamento do Pai.
Quando crescemos para o Senhor, seus ensinos crescem igualmente aos nossos olhos.
Vamos fazer o bem, meu caro! Encha seu cálice com o bálsamo do amor divino.
Já que você sente os raios da alvorada nova, caminhe confiante para o dia!...
E, conhecendo meu temperamento de homem, amante do serviço movimentado, acrescentou, generosa: — Você tem trabalhado bastante aqui nas Câmaras, onde me preparo, por minha vez, considerando o futuro próximo, na carne.
Não poderei, portanto, acompanhá-lo, mas creio deve você aproveitar os novos cursos de serviço, instalados no Ministério da Comunicação.
Muitos companheiros nossos habilitam-se a prestar concurso na Terra, nos campos visíveis e invisíveis ao homem, acompanhados, todos eles, por nobres instrutores.
Poderia você conhecer experiências novas, aprender muito e cooperar com excelente ação individual.
Porque não tenta? Antes que pudesse agradecer o alvitre valioso, Narcisa foi chamada ao interior das Câmaras, a serviço, deixando-me dominado por esperanças diferentes de quantas abrigara até então, relativa mente às minhas tarefas.


André Luiz

25 de fevereiro de 2013

Regras de Felicidade


Regras de Felicidade

Lembre-se de que os outros são pessoas que você pode auxiliar, ainda hoje, e das quais talvez amanhã mesmo você precisará de auxílio.
Todo solo responde não somente conforme a plantação mas também segundo os cuidados que recebe.
Aqueles que renteiam conosco nas mesmas trilhas evolutivas assemelham-se a nós, carregando qualidades adquiridas e deficiências que estão buscando liquidar e esquecer.
Reflita nos arranhões mentais que você experimenta quando alguém se reporta irrefletidamente aos seus problemas e aprenda a respeitar os problemas alheios.
Pensemos no bem e falemos no bem, destacando o lado bom dos acontecimentos, pessoas e coisas.
Toda vez que agimos contra o bem, criamos oportunidades para a influência do mal.
Mostremos o melhor sorriso - o sorriso que nos nasça do coração - sempre que entrarmos em contato com os outros.
Ninguém estima transitar sobre tapetes de espinhos.
Evitemos discussões.
Diálogo, na essência, é intercâmbio.
Se você tem algo de bom a realizar, não se atrase nisso.
Hoje é o tempo de fazer o melhor.
Estime a tarefa dos outros, prestigiando-a com o seu entusiasmo e louvor na construção do bem.
Criar alegria e segurança nos outros é aumentar o nosso rendimento de paz e felicidade.
Não contrarie os pontos de vista dos seus interlocutores.
Podemos ter luz em casa sem apagar a lâmpada dos vizinhos.
Você é uma instituição com objetivos próprios dentro da Vida, a Grande Instituição de Deus.
Os amigos são seus clientes e se você procura ajudá-los, eles igualmente ajudarão você.
Se você sofreu derrotas e contratempos, apenas se deterá se quiser.
A Divina Providência jamais nos cerra as portas do trabalho e, se passamos ontem por fracassos e dificuldades em nossas realizações, o Sol a cada novo dia nos convida a recomeçar.

André Luiz

24 de fevereiro de 2013

Senhor e Mestre


Senhor e Mestre

Jesus!
Ante o Espiritismo que nos confiaste por teu Evangelho Redivivo, fortalece-nos o coração para que te sejamos leais à confiança.
Na defesa da luz contra o assalto das trevas, não permitas que a presunção nos tome o lugar as certeza nas verdades que nos legaste e nem deixes que a névoa da acomodação destrutiva nos entorpeça o ânimo no pressuposto de guardar o espírito na falsa tranqüilidade das aparências.
Chamados à confissão de nossa fé livra-nos, Senhor, dos delitos da intolerância, contudo, clareia-nos o raciocínio para que te expliquemos as boas novas sem os prejuízo da superstição e sem as teias da ignorância.
Nas horas difíceis da verdade, afasta-nos da violência e da paixão menos digna. No entanto, subtenda-nos a sinceridade para que o pronunciamento da palavra equilibrada e certa, sem a hipoteca do silencio culposo.
Impelidos à luta do bem que vence o mal, suprime-nos a cerqueira das conveniências e interesses particulares para que o orgulho não nos tisne as decisões, todavia, esclarece-nos a alma a fim de que preguiça e deserção não nos ocupem a existência por suposta humildade.
Senhor, eis-nos à frente da Doutrina Espírita na condição de teus servos, responsáveis pela obra divina de nossa própria libertação espiritual.
Guia-nos no trabalho, iluminando-nos o entendimento, neutraliza as imperfeições que trazemos ainda e faze-nos, fiéis a ti, hoje e sempre. Assim seja.


Autoria de André Luiz


23 de fevereiro de 2013

Se Lhe Falta


Se Lhe Falta

Se lhe falta alguma utilidade, peça o amparo dos outros, buscando ser útil.
Ninguém precisa roubar.
Se lhe falta saúde, proteja as energias de que ainda dispões.
O fato remendado é uma benção para quem podia estar nu.
Se lhe falta afeição, procure a simpatia do próximo com nobreza.
Há milhares de criaturas, mentalizando o suicídio por que lhes falta a estima de alguém.
Se lhes falta tranqüilidade, tente encontrá-la em você.
Entra no fogo quem quer.
Se lhe falta força, descanse e recomece.
Muito difícil estabelecer o ponto de interação entre o cansaço e a preguiça.
Se lhe falta instrução, dê mais algum tempo no estudo.
A Terra está inundada de livros.
Se lhe falta trabalho, não fique esperando.
Há uma enxada disponível em toda parte.
Se lhe falta aprovação alheia ao esforço sincero de servir e de aprimorar-se, continue fazendo o melhor ao seu alcance.
Aqueles que perdoam as nossas imperfeições e nos abençoam em nossas dificuldades são superiores a nós, mas aqueles que nos criticam ou complicam são tão necessitados quanto nós mesmos.


Autor: André Luiz

22 de fevereiro de 2013

Endereço de Paz


Endereço de Paz


Quando você puder: movimente-se, fale, trabalhe ou escreva para fazer o bem.
Não pergunte.
Sirva.
Alguém está precisando.
Quem é, saberá você depois.
Desgostos e contratempos? Entregue-se ao serviço, em favor dos semelhantes, e Deus lhe dissipará qualquer sombra no coração. 
Terá você cometido algum erro? Procure conscientemente reparar a própria falta e Deus lhe dotará o coração com as oportunidades e meios de corrigenda.
Algum problema difícil? Busque atuar invariavelmente para o bem e Deus lhe orientará os pensamentos e os passos para a melhor solução. 
Efetivamente, você ainda não conquistou a alegria permanente, todavia, consegue endereçar um sorriso de simpatia aos que necessitam de esperança.
Não despreze seu corpo.
Viver para que?
Para aprendermos a viver bem e a viver para o bem.
O dinheiro que estimula o bem, nas suas variadas formas, é missionário do Céu.
O dinheiro que alivia é bálsamo da Vida Superior.
O dinheiro que cura é alimento divino.
O dinheiro que gera trabalho digno é dínamo do progresso.
O dinheiro que restaura o bom ânimo é fraternidade em ação.
O dinheiro que planta alegria e fé renovadora é criador de benções imortais.
Tristeza e desânimo?
Trabalhe reconfortando aqueles que experimentam provações maiores do que as nossas.
Desafios e problemas?
Trabalhe e espere.
Ódio sobre os seus dias?
Trabalhe, estendendo o bem.
Desarmonia e discórdia?
Trabalhe pacificando.
Incompreensão e ignorância?
Trabalhe e abençoe.
Reprovação e crítica?
Trabalhe melhorando as suas tarefas.
Contratempos e desilusões?
Trabalhe e renove-se.
Tentações e quedas?
Trabalhe e afaste-se.
Crueldade e violência?
Trabalhe e desculpe.
Cada oração pode ser um manancial de benções.
Seu cérebro vive cheio de perguntas?
Trabalhe e o serviço conferir-lhe-á respostas exatas.
Suas mãos permanecem paralisadas pelo desânimo?
Insista no trabalho e o movimento voltará.
Seu coração vive pesaroso e sem luz?
Procure agir no bem incessante e a alegria ser-lhe-á preciosos salário.
Seus ideais encontram sombra e gelo no grande caminho da vida?
Dê seu concurso às boas obras sem desfalecer a claridades novas brilharão no céu de seus pensamentos.
A parada que não significa descanso construtivo para recomeçar as atividades úteis é alguma cousa semelhante à morte.
Senhor!
Ante as ofensas que, porventura, me firam, auxilia-me a lembrar quantas vezes já recebi o perdão alheio, diante de minhas próprias faltas.
Senhor!
Deixa-me perceber quanto tenho incomodado aos outros com os meus erros, para que os prováveis erros dos outros não me façam desanimar.


Autor: André Luiz


21 de fevereiro de 2013

S e


S e


Se, em muitas ocasiões:

A tristeza o toma e você esquece a alegria;

A calunia o fere e você esquece perdão;

O desânimo o corrói e você se esquece da coragem;

A irritação vem e você esquece da calma;

O desespero o arruína e você se esquece da esperança;

O orgulho o fustiga e você se esquece da humildade;

A vaidade o cega e você se esquece da modéstia;

A indiferença o enregela e você se esquece da ternura;

O egoísmo o isola e você se esquece da caridade;

O ódio o convida para o mal e você se esquece do amor, que o chama ao bem;

Se isso lhe ocorre em poucos minutos e você se esquece das horas, meses e anos de aprendizado religioso, é justo reconhecer que, embora tenha encontrado JESUS, você realmente não dispôs a seguir-LHE os passos.


ANDRÉ LUIZ

20 de fevereiro de 2013

Questões à Meditar


Questões à Meditar

Você dominará sempre as palavras que não disse, entretanto, se subordinará àquelas que pronuncie.
Zele pela tranqüilidade de sua consciência, sem descurar de sua apresentação exterior.
No que se refere à alimentação, é importante recordar a afirmativa dos antigos romanos: "há homens que cavam a sepultura com a própria boca".
Tanto quanto possível, em qualquer obrigação a cumprir, esteja presente, pelo menos dez minutos antes, no lugar do compromisso a que você deve atender.
A inação entorpece qualquer faculdade.
O sorriso espontâneo é uma bênção atraindo outras bênçãos.
Servir, além do próprio dever, não é bajular e sim ganhar segurança.
Cada pessoa a quem você preste auxílio, é mais uma chave na solução de seus problemas.
É natural que você faça invejosos, mas não inimigos.
Cada boa ação que você pratica, é uma luz que você acende, em torno dos próprios passos.
Quem fala menos ouve melhor, e quem ouve melhor aprende mais.

Autoria de: André Luiz


19 de fevereiro de 2013

Defenda-se


Defenda-se

Não converta seus ouvidos num paiol de boatos.
A intriga é uma víbora que se aninhará em sua alma. 
Não transforme seus olhos em óculos da maledicência.
As imagens que você corromper viverão corruptas na tela se sua mente. 
Não Faça de suas mãos lanças para lutar sem proveito.
Use-as na sementeira do bem. 
Não menospreze sua faculdades criadoras, centralizando-as nos prazeres fáceis.
Você responderá pelo que fizer delas. 
Não condene sua imaginação às excitações permanentes.
Suas criações inferiores atormentarão seu mundo íntimo. 
Não conduza seus sentimentos à volúpia de sofrer.
Ensine-os a gozar o prazer de servir. 
Não procure o caminho do paraíso, indicando aos outros a estrada para o inferno. A senda para o Céu será construída dentro de você mesmo.

Autor: André Luiz


18 de fevereiro de 2013

Ajude Sempre


Ajude Sempre

Diante da noite, não acuse as trevas. Aprenda a fazer lume. 
Em vão condenará você o pântano. Ajude-o a purificar-se. 
No caminho pedregoso, não atire calhaus nos outros. 
Transforme os calhaus em obras úteis. 
Não amaldiçoe o vozerio alheio. Ensine alguma 
lição proveitosa, com o silêncio. 
Não adote a incerteza, perante as situações difíceis. Enfrente-as com a consciência limpa. 
Debalde censurará você o espinheiro. Remova-o 
Não critique o terreno sáfaro. Ao invés disso, dê-lhe adubo. 
Não pronuncie más palavras contra o deserto. 
Auxilie a cavar um poço sob a areia escaldante. 
Não é vantagem desaprovar onde todos desaprovaram. Ampare o seu irmão com a boa 
palavra. 
É sempre fácil observar o mal e identificá-lo. 
Entretanto, o que o Cristo espera de nós outros é a descoberta e o cultivo do bem para que o 
Divino Amor seja glorificado. 

Autor: André Luiz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier


16 de fevereiro de 2013

Tu e Alguém


Tu e Alguém

- Alguém falou mal de ti?
Perdoa.
E além de perdoar, aproveita a lição: quem sabe foi dito algo de verdadeiro que merece ser analisado para ser corrigido?
- Alguém te feriu?
Abençoa esse alguém.
Se agiu assim não sabe o que fez: quem pode atirar a primeira pedra?
- Propalas o mal que alguém te fez?
Disciplina-te.
Nunca mais faças isso: olvidar o mal é o princípio do bem de que todos necessitamos.
- Demonstras mágoa reprovativa para com alguém?
Domina-te.
Não lhe dês satisfações prejudiciais. Ajuda a esse alguém e passa adiante exemplificando o amor fraternal.
- Tens insônia ruminando mentalmente o caso que te aborrece?
Vigia.
Pensa o menos possível no mal que outrem te fez: quem estende o sofrimento alheio recebe sempre sofrimento maior.
- Não cogitas de reconciliação?
Pondera.
Concilia-te na primeira oportunidade, com todos aqueles que te ofenderam, mostrando a iniciativa da boa vontade sem orgulho que te ensombre e sem bajulação que te avilte.
- Dizes perdoar e não queres mais ver os que te feririam?
Reconsidera.
Perdoemos não só com os sentimentos mas também com as ações transformando-nos em colaboradores, ainda que ocultos e indiretos, da felicidade e da paz de quantos se levantam por nossos adversários.
- Queres esquecer sem perdoar?
Reflete.
Perdoa incondicionalmente aqui e agora: uma restrição que imponhas é nuvem para o futuro cujos pormenores desconhecemos.
- Afirmas que perdoarás amanhã?
Medita.
Perdoa tão depressa quanto possível, aproveitando o dia que passa e ainda esta noite o teu sono será mais tranqüilo.
- Não te sentes com força de perdoar?
Ora.
A Providência Divina dar-te-á energias novas com que possas plantar humildade no coração e maturidade no espírito.
- Mentalizas a vingança?
Repara. O ódio é suplício que impomos a nós próprios; perdão é alegria e amizade que partem de nós para fortalecimento da alegria e da amizade no mundo inteiro.
- Alguém não te entende a mensagem de reaproximação e bondade?
Acalma-te.
Se esse alguém permanece inabordável e irredutível, asserena a consciência e aguarda confiante, servindo quanto puderes, na certeza de que estarás junto desse alguém ao lado do amor infinito de Deus, que auxilia e espera sempre.


André Luiz


15 de fevereiro de 2013

O Máximo no Mínimo


O Máximo no Mínimo

A cada giro da Terra sobre si mesmo, a vida humana surge diferente.
Aos clarões de cada alvorecer, raios solares sazonam no campo das consciências largas sementeiras de idéias novas.
A necessidade basilar e inevitável do mundo prossegue... Multidões mentalmente acorrentadas às bastilhas milenares de preconceitos e excessos, enganos e viciações esperam que as verdades espirituais lhes facultem a necessária libertação.
Habitualmente, o homem transporta consigo o relógio ou a caixa de fósforo, sem que tais objetos lhe injuriem a apresentação pessoal. Por que não usas igualmente pequeno marcador de atitudes ou reduzido estojo de pensamento?
O jovem carrega, com freguesia, a maquina fotográfica ou o radio transistor colados à vestimenta.
Por que não trazer também leve transmissor de lembretes renovadores?
A dona de casa acostuma-se a comprar refeições concentradas que podem ser conduzidas, junto com o próprio espelho, na bolsa de mão. Por que não servir-se de minúsculo pacote contendo alimento espiritual?
O negociante guarda constantemente na algibeira o talão de cheques ou a caderneta de anotações, sem ao menos dar por isso, Por que não se utilizar no mesmo sentido, de um memorando esclarecedor?
O estudante de línguas maneja dicionários-mirins, em qualquer parte, penetrando as regras dos idiomas que aspira a prender, Por que não compulsar diminuto volume didático de orientação íntima?
A divulgação cultural que vem acompanhando o ritmo de progresso de todos os sistemas de comunicação existentes na atualidade terrestre, oferece-nos a possibilidade do livro de bolso, que aplicada ao Espiritismo nos proporciona hoje o maximo de assuntos espíritas no mínimo espaço, facultando-nos o entendimento rápido com o nosso ideal, erguido à posição de órgão consultivo da consciência.
Todos somos, dia a dia, situados em testes e provas de melhoria e aperfeiçoamento e, repetidamente, a meditação de um minuto, nos instantes críticos, vale mais que o planejamento de uma semana fora deles, facilitando o trabalho de uma existência inteira ou solucionando problema de séculos.
Aproveitemos os valores da evolução e atendamos juntos, ao estudo libertador que nos descerra gloriosos portais abertos para o Infinito.


Autor: André Luiz