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| Mistic Angel

17 de abril de 2013


Mágoa

Se a mágoa lhe bate à porta, entorpecendo-lhe a
cabeça ou paralisando-lhe os braços, fuja dessa
intoxicação mental enquanto pode.
Se você está doente, atenda ao corpo enfermiço,
na convicção de que não é com lágrimas que
você recupera um relógio defeituoso.
Se você errou, busque reconsiderar a própria
falta, reajustando o caminho sem vaidade,
reconhecendo que você não é o primeiro e nem
será o último a encontrar-se numa conta
desajustada que roga corrigenda.
Se você caiu em tentação, levante-se e prossiga
adiante, na tarefa que a vida lhe assinalou, na
certeza de que ninguém resgata uma dívida
ao preço de queixa inútil.
Se amigos desertaram, pense na árvore que,
por vezes, necessita de poda,
a fim de renovar a própria existência.
Se você possui na família um ninho de aflições,
é forçoso anotar que o benefício da educação
pede a base da escola.
Se sofrer prejuízos materiais, recorde que, em
muitas ocasiões, a perda do anel é a defesa do braço.
Se alguém lhe ofendeu a dignidade, olvide
ressentimentos, ponderando que a criatura de
bom senso, jamais enfeitaria a própria
apresentação com uma lata de lixo.
Se a impaciência lhe marca os gestos habituais,
acalme-se, observando que os pequeninos
desequilíbrios integram, por fim,
as grandes perturbações.
Seja qual for o seu problema,
lembre-se de que toda mágoa é sombra destrutiva
e de que sombra alguma consegue permanecer
no coração que se acolhe ao trabalho,
procurando servir.

_André Luiz_


16 de abril de 2013




Mocidade e Velhice

Infância, juventude, madureza e velhice são simples 
fases da experiência material.
A vida é essência divina e a juventude é seiva eterna 
do espírito imperecível.
Mocidade da alma é condição de todas as criaturas que receberam com a existência o aprendizado sublime, em favor da iluminação de si mesmas e que acolheram no trabalho incessante do bem o melhor programa de engrandecimento e ascensão da personalidade.
A velhice, pois, como índice de senilidade improdutiva 
ou enfermiça, constitui, portanto, apenas um estado provisório da mente que desistiu de aprender 
e de progredir nos quadros de luta redentora 
e santificante que o mundo nos oferece.
Nesse sentido, há jovens no corpo físico que 
revelam avançadas características de senectude, 
pela ociosidade e rebeldia a que se confinam, 
e velhos na indumentária carnal que ressurgem 
sempre à maneira de moços invulneráveis, clareando 
as tarefas de todos pelo entusiasmo e bondade, 
valor e alegria com que sabem fortalecer 
os semelhantes na jornada para a frente.
Se a individualidade e o caráter não dependem da 
roupa com que o homem se apresenta na vida social, 
a varonilidade juvenil e o bom ânimo não se acham escravizados à roupagem transitória.
O jovem de hoje, pelas determinações biológicas do Planeta, será o velho de amanhã; e o ancião de agora, 
pela lei sublime da reencarnação, 
será o moço do futuro.
Lembramo-nos, porém, de que a Vida é imortal, 
de que o Espiritismo é escola ascendente de progresso e sublimação, de que o Evangelho é luz eterna, em torno 
da qual nos cabe dever de estruturar as nossas asas de Sabedoria e de Amor e, num abraço compreensivo de verdadeira fraternidade, no círculo das esperanças, dificuldades e aspirações que nos identificam uns 
com os outros, continuemos trabalhando.

_André Luiz_




15 de abril de 2013


Ação da Prece

Você é o lavrador. O outro é o campo.
Você é a planta. O outro produz.
Você é o celeiro. O outro é o cliente.
Você fornece. O outro adquire.
Você é o ator. O outro é o público.
Você representa. O outro observa.
Você é a palavra. O outro é o microfone.
Você fala. O outro transmite.
Você é o artista. O outro é o instrumento.
Você toca. O outro responde.
Você é a paisagem. O outro é a objetiva.
Você surge. O outro fotografa.
Você é o acontecimento. O outro é a noticia.
Você age. O outro conta.
Auxilie quando puder.
Faça o bem sem olhar a quem.
Você é o desejo de seguir para Deus.
Mas, entre Deus e você, o próximo é a ponte.
O criador atende às criaturas, através das criaturas.
É por isso que a oração é você, mas o seu merecimento
está nos outros.

_André Luiz_



10 de abril de 2013


Se Você Puder

Se você puder, hoje ainda:
Olvides contratempos e mostre um sorriso mais 
amplo para aqueles que lhe compartilham a vida.
Dê mais um toque de felicidade e beleza 
em seu recanto doméstico.
Faça a visita, mesmo ligeira, ao doente 
que você deseja reconfortar.
Escreva, ainda que seja simples bilhete, transmitindo esperança e tranqüilidade, em favor de alguém.
Melhore aos seus conhecimentos, no setor de trabalho 
a que esteja em que esteja empregando o seu tempo.
Estenda algo mais de otimismo e de alegria 
aos que se encontram nas suas faixas de convivência.
Procure esquecer, - mas esquecer mesmo – tudo o que 
se lhe faça motivo de tristeza ou aborrecimento.
Leia alguma página edificante e escute música que pacifique o coração.
Dedique alguns minutos à meditação e à prece.
Pratique, pelo menos, uma boa ação 
sem contar isso a ninguém.
Estas indicações de apoio espiritual, se forem observadas, farão grande bem aos outros, mas especialmente a você mesmo.



_André Luiz_




9 de abril de 2013


UM TANTO MAIS

Você guarda a impressão de haver esgotado o estoque de todos os seus recursos, em determinada tarefa de amor, mas se você 
perseverar um tanto mais no devotamento, ninguém pode prever os louros de luz que brilharão em seu passo. Você está doente 
e pretende obter licença de longo prazo, mas se você continuar um tanto mais em serviço, ninguém pode prever o tesouro de 
forças novas que lhe aparecerá no caminho.
Você encontrou imensas dificuldades no exercício das boas obras e anseia fugir delas, mas se você persistir um tanto mais na 
construção da beneficência, ninguém pode prever o triunfo que as suas horas recolherão, nas fontes vivas da caridade.
Você acredita que não pode tolerar o amigo importuno, o filho teimoso, o irmão inconsciente, a esposa inconstante ou o marido 
insensato, mas se você suportar um tanto mais a luta em família, ninguém pode prever a extensão do júbilo porvindouro em seu ninho 
doméstico. Você supõe que o azar é seu clima e chora na porta do desespero, mas se você cultivar um tanto mais de fidelidade às próprias 
obrigações, ninguém pode prever a amplitude do seu êxito, no amanhã que vem perto. 
Você experimenta enorme cansaço e não quer dar ouvidos ao companheiro de longa conversa, mas se você esticar um tanto mais o 
seu sacrifício, ninguém pode prever os prodígios da colheita de bênçãos que surgirão dos seus breves minutos de gentileza.
Observe que você mesmo para realizar isso ou aquilo, exige incessantemente dos semelhantes um tanto mais de bondade, um tanto mais de cooperação, um tanto mais de tempo, um tanto mais de carinho.
O gênio é a paciência que não se acaba.
É justo que você deseje um tanto mais de felicidade, mas para isso, é necessário que você ajude um tanto mais a felicidade dos 
outros. Repare você as lições da vida e compreenderá que a vitória no bem é sempre trabalhar conforme o dever e servir um tanto mais.

_André Luiz_

8 de abril de 2013


*Caminhos Retos*

Tempo sem desperdício.
Trabalho sem desanimo.
Estudo sem cansaço.
Oração sem inércia.
Alimentação sem abuso.
Tranqüilidade sem preguiça.
Alegria sem desordem.
Distração sem vício.
Fé sem fanatismo.
Disciplina sem violência.
Firmeza sem arrogância.
Amor sem egoísmo.
Ajuda sem paga.
Realização sem jactância.
Perdão sem exigência.
Dificilmente libertar-nos-emos da ilusão que nos confunde a vida, se fugimos de palmilhar esses caminhos retos, rumo à Imortalidade Triunfante.

*_André Luiz _*

7 de abril de 2013


Acordemos 

É sempre fácil
examinar as consciências alheias,
identificar os erros do próximo,
opinar em questões que não nos dizem respeito,
indicar as fraquezas dos semelhantes,
educar os filhos dos vizinhos,
reprovar as deficiências dos companheiros,
corrigir os defeitos dos outros,
aconselhar o caminho reto a quem passa,
receitar paciência a quem sofre
e retificar as más qualidades de 
quem segue conosco...
Mas enquanto nos distraimos,
em tais incursões a distância de nós mesmos,
não passamos de aprendizes que fogem, levianos, 
à verdade e à lição.
Enquanto nos ausentamos
do estudo de nossas próprias necessidades,
olvidando a aplicação dos princípios 
superiores que abraçamos na fé viva, 
somos simplesmente cegos do mundo interior 
relegados à treva...
Despertemos, a nós mesmos,
acordemos nossas energias mais profundas
para que o ensinamento do Cristo
não seja para nós uma bênção que passa, 
sem proveito à nossa vida,
porque o infortúnio maior de todos 
para a nossa alma eterna
é aquele que nos 
infelicita quando a graça do Alto
passa por nós em vão!...

_ André Luiz_

6 de abril de 2013


Antevidência Divina

Observe as lições silenciosas que o seu próprio corpo lhe administra, revelando a Antevidência Divina.
Não siga desacautelado.
Seus pés não se apóiam à terra à feição de simples esteios com vontade própria.
Respeite as faculdades genéticas.
Não é por acaso que os órgãos sexuais apenas funcionam sob a sanção do pensamento...
Coma moderadamente.
Seu estômago não é um só devido à falta de espaço no ventre...
Eduque as manifestações emotivas.
Não é à toa que o motor de seu coração vive durante a existência inteira vibrando oculto na caxia do peito...
Trabalhe sempre.
Suas mãos não se encontram desfrutando ampla liberdade de ação, na ponta dos braços, por meros enfeites...
Fale com parcimônia.
Sua língua não vive enclausurada no cárcere da boca por ser feia...
Escute atenciosamente.
Seus ouvidos não existem quais janelas incapazes de vedamento por descuido do Construtor Celeste...
Veja mais além.
Seus olhos não estão elevados sobre a face somente para olharem para baixo...
Discirna tudo.
Sua mente não trabalha como torre de comando de todo o corpo tão só para coroar-lhe a ética'>estética...
Atenda à consciência.
Se ela não surge visível em seu organismo é para não ter a voz selável...
Lembre-se, o seu corpo assinala a Excelsa Sabedoria e o Amor Ilimitado dAquele que é a Inteligência Suprema e a Causa Incriada de Tudo.


Autoria de André Luiz

5 de abril de 2013


Não Julgues Teu Irmão

Amigo.
Examina o trabalho que desempenhas.
Analisa a própria conduta.
Observa os atos que te definem.
Vigia as palavras que proferes.
Aprimora os pensamentos que emites.
Pondera as responsabilidades que recebeste.
Aperfeiçoa os próprios sentimentos.
Relaciona as faltas em que, porventura, incorreste.
Arrola os pontos fracos da própria personalidade.
Inventaria os débitos em que te inseriste.
Sê o investigador de ti mesmo, o defensor do próprio coração.
O guarda da tua mente.
Mas, se não deténs contigo a função do juiz.
Chamado à cura das chagas sociais, não julgues o irmão do caminho.
Porque não existem problemas absolutamente iguais.
E cada espírito possui um campo de manifestações particulares.
Cada criatura tem o seu drama, a sua aflição, a sua dificuldade e a sua dor.
Antes de julgar, busca entender o próximo.
E compadece-te para que a tua palavra seja uma luz de fraternidade.
E, acima de tudo, lembra-te de que amanhã, outros olhos pousarão sobre ti.
Então, serás julgado pelos teus julgamentos e medido.
Segundo as medidas que aplicas aos que te seguem.

_André Luiz_


4 de abril de 2013


Ainda

Efetivamente, você ainda não resplande tanto quanto a luz, mas pode acender uma vela, afastando as sombras.
Não atingiu ainda os mais altos graus da sabedoria, no entanto, nada lhe impede articular uma frase de encorajamento, em auxílio aos que sofrem.
Não possui ainda a paz invariável, entretanto, você detém a possibilidade de fazer silêncio sobre o mal, afim de que o mal se transforme no bem, dentro do menor prazo possível.
Não conquistou ainda a alegria permanente, todavia, consegue endereçar um sorriso de simpatia aos que necessitam de esperança.
Não maneja ainda toda uma fortuna, de modo a construir, por si só, uma instituição de beneficência, contudo, pode doar um pão ao companheiro desamparado.
É provável que você se afirme, sem qualquer condição para fazer isso, no entanto, dispõe você do privilégio da ação. Trabalhando, você é capaz de servir e, servindo aos outros, em qualquer situação e em qualquer tempo, você pode começar.
Procure agir no bem incessante e a alegria ser-lhe-á precioso salário.

Autoria de:
André Luiz


3 de abril de 2013


Dez maneiras 

de amar a nós mesmos

1. Disciplinar os próprios impulsos.

2. Trabalhar, cada dia, 
produzindo o melhor que pudermos.

3. Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.


4. Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.


5. Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.


6. Evitar as conversações inúteis.


7. Receber no sofrimento o processo de nossa educação.


8. Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.


9. Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.


10. Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.

_André Luiz_



2 de abril de 2013


Para Renovar-nos

Não espere viver sem problemas, de vez que problemas são ingredientes de evolução, necessário sao caminho de todos ante os próprios
erros,não descambe para o desculpismo e sim enfrente as conseqüências deles, a fim de retificar-se,como quem aproveite pedras para construção mais sólida.
Não perca tempo e serenidade, perante as prováveis decepções da estrada, porquanto aqueles que supõem decepcionar-no estão
decepcionando a si mesmos.
Reflita sempre antes de agir, a fim de que seus atos sejam conscientizados.
Não exija perfeição nos outros e nem mesmo em você, mas procure melhorar-se quanto possível.
Simplifique seus hábitos.
Experimente humildade e silêncio, toda vez que a violência ou a irritação apareçam em sua área.
Comunique seus obstáculos apenas aos corações amigos que se mostrem capazes de auxiliar em seu beneficio com descrição e bondade.
Diante dos próprios conflitos, não tente beber ou dopar-se, buscando fugir da própria mente, porque de toda ausência indébita você voltará 
aos estragos ou necessidades que haja criado no mundo íntimo, a fim de saná-los.
Lembre-se de que você é um espírito eterno e se você dispõe da paz na consciência estará sempre inatingível a qualquer injúria ou perturbação.

_André Luiz_