Sexo
Pensa-se, fala-se, cultiva-se o sexo como
se o ser fosse destinado unicamente à função
sexual, sem outro objetivo.
Sexo é espirito e vida, a serviço da felicidade
e da harmonia do universo.
Consequentemente, reclama responsabilidade
e discernimento, onde e quando se expresse.
O amor necessita estar junto dele,
a funcionar por leme seguro.
Diante do sexo, não nos achamos, de nenhum
modo, à frente de um despenhadeiro para as
trevas. O amor e o sexo plasmam responsabilidades
naturais na consciência de cada um e que ninguém
lesa ninguém nos tesouros afetivos, sem dolorosas
reparações. Conferir pretensa legitimidade às
relações sexuais irresponsáveis seria tratar
consciências qual se fossem coisas, e se as
próprias coisas, na condição de objetos reclamam
respeito, que se dirá do acatamento devidoà
consciência de cada um?
Causa de conflitos sem nome, é o sexo em
desalinho a geratriz de muitas guerras de
extermínio e dos crimes mais hediondos.
Se a inquietação sexual te vargasta as horas,
não te decidas aceitar o conselho da
irresponsabilidade que te inclina a partir
levianamente “ ao encontro de um homem” ou
“ ao encontro de uma mulher “ e muitas vezes
em perigoso agravo de teus problemas.
Antes de tudo, procura Deus, na oração,
segundo a fé que cultivas,
e Deus que criou o sexo em nós, para
engrandecimento da criação, na carne e
no Espírito ensinar-nos-à como dirigi-lo
_André Luiz_































