photo 9590ad90-645d-45c2-a6e4-91e48213f14b_zpsrvkhcolv.jpg
| Mistic Angel

19 de maio de 2013


Sexo

Pensa-se, fala-se, cultiva-se o sexo como 
se o ser fosse destinado unicamente à função 
sexual, sem outro objetivo.
Sexo é espirito e vida, a serviço da felicidade 
e da harmonia do universo.
Consequentemente, reclama responsabilidade 
e discernimento, onde e quando se expresse.
O amor necessita estar junto dele, 
a funcionar por leme seguro.
Diante do sexo, não nos achamos, de nenhum 
modo, à frente de um despenhadeiro para as 
trevas. O amor e o sexo plasmam responsabilidades 
naturais na consciência de cada um e que ninguém 
lesa ninguém nos tesouros afetivos, sem dolorosas 
reparações. Conferir pretensa legitimidade às 
relações sexuais irresponsáveis seria tratar 
consciências qual se fossem coisas, e se as 
próprias coisas, na condição de objetos reclamam 
respeito, que se dirá do acatamento devidoà 
consciência de cada um?
Causa de conflitos sem nome, é o sexo em 
desalinho a geratriz de muitas guerras de 
extermínio e dos crimes mais hediondos.
Se a inquietação sexual te vargasta as horas, 
não te decidas aceitar o conselho da 
irresponsabilidade que te inclina a partir 
levianamente “ ao encontro de um homem” ou 
“ ao encontro de uma mulher “ e muitas vezes 
em perigoso agravo de teus problemas.
Antes de tudo, procura Deus, na oração, 
segundo a fé que cultivas, 
e Deus que criou o sexo em nós, para 
engrandecimento da criação, na carne e 
no Espírito ensinar-nos-à como dirigi-lo

_André Luiz_


18 de maio de 2013


TRANQÜILIZANTE  

Não são os problemas da vida em si que nos agravam a tensão nervosa. São as questões-satélites 
que nascem de nossas dificuldades para aceitá-los.
Quantas vezes, pervagamos na Terra, sofrendo emoções desequilibradas, diante de companheiros 
queridos que não desejam, por agora, o nosso modo de ser? 
E em quantas outras nos atormentamos inutilmente, perante obstáculos complexos que claramente 
não nos será possível liquidar em apenas um dia?
Entretanto, observemos: enfermidades aparecerão sempre no mundo, 
pedindo tratamento e não inconformidade para as melhoras precisas;
entes amados em luta são telas de rotina, solicitando entendimento e não atitudes 
condenatórias para alcançarem o reequilíbrio;erros nossos e faltas alheias fazem parte do 
nosso aprendizado na escola da experiência, exigindo calma e não censura para serem 
retificados; tentações são inevitáveis, em todos os sentidos, nos climas de atividade indispensáveis à nossa formação de resistência, reclamando serenidade e não agitação para 
serem extintas.
Em todas as situações aflitivas, use a prece como sendo o nosso melhor tranqüilizante 
no campo do espírito.
E quando problemas apareçam, não se deixe arrastar nas labaredas da angústia.
Você pode ficar em paz.
Para isso, basta que você trabalhe e deixe Deus decidir.


_ANDRÉ LUIZ_


17 de maio de 2013


A Hora Vazia

Quando as mãos repousam, a mente é defrontada pelo problema da hora vazia.
Se você procura a integração com o Divino Mestre, aprenda a utilizá-la.
Pense no irmão enfermo que reclama Socorro espiritual e auxilie-o com as suas vibrações de carinho, se as circunstâncias lhe não favorecem a visita pessoal.
Plante uma árvore benfeitora.
Busque a companhia do livro edificante e tente fixar-lhe as lições.
Tome um lápis e faça anotações que lhe sirvam à memória ou escreva alguma frase dor'>consoladora que possa contribuir na sementeira de reconforto e bom ânimo.
Aproveite o ensejo para uma palestra em que você coopere na ressurreição do companheiro que caiu em desalento.
Comente a grandeza do bem, evitando, no entanto, o diapasão do discurso solene, a fim de que você alcance a intimidade dos ouvintes e consiga renová-los.
Medite, à frente da Natureza que oferece espetáculos prodigiosos da Sabedoria Divina, desde a casa minúscula da formiga até o firmamento cravejado de estrelas, recolhendo no imo do ser a essência imperceptível da instrução celestial.
Fixe a atenção em tudo o que seja útil e nobre, bom e belo, e não se desvie, porque no repouso dos braços, quando chega o problema da hora vazia, os semeadores do mal encontram larga oportunidade ao plantio da discórdia e da incompreensão, junto do qual, você, imperceptivelmente, começará perdendo o tempo, complicando as próprias lutas e sombreando o caminho terrestre, para depois perder inutilmente a própria vida.

Autor
André Luiz


16 de maio de 2013


Ver e Ouvir 

A visão e a audição devem ser educadas, tanto quanto as palavras e as maneiras.
Em visita ao lar de alguém, aprendamos a agradecer o carinho do acolhimento sem nos 
determos em possíveis desarranjos do ambiente.
Se ouvirmos alguma frase imperfeitamente burilada na voz de pessoa amiga, apreciemos
a intenção e o sentimento, na elevação em que se articula, sem anotar-lhe o desalinho 
gramatical. Veja com bondade e ouça com lógica.
Saibamos que os quadros que nos cercam, sejam eles quais forem, sem sombra de malícia 
a tirar-nos o pensamento.
Registrando anedotas inconvenientes, em torno de acontecimentos e pessoas, tenhamos suficiente coragem de acomodá-las no arquivo do silencio.
Toda impressão negativa ou maldosa que se transmite aos amigos, em forma de confidência, é o mesmo que propinar-lhes veneno através 
dos ouvidos.
Em qualquer circunstância, é preciso não esquecer que podemos ver e ouvir para compreender e auxiliar.

_André Luiz_


15 de maio de 2013


Quanto aos Outros

Se você acredita que pode alcançar a sublimação espiritual sem os outros, decerto ainda não chegou à verdade. 
A vida foi criada, à feição de máquina complexa, em que as peças diferenciadas, entre si, guardam função específica.
Não fuja à engrenagem do seu grupo se deseja aperfeiçoar-se e progredir.
Os outros são as áreas destinadas à complementação e melhoria dos seus próprios reflexos.
Através deles, é que você se analisa para observar-se com segurança. 
Não intente transformá-los, de imediato, porque qual ocorre conosco, são espíritos em evolução, caminhando entre dificuldades e sombras, para o conhecimento superior.
Não exija deles a perfeição que ainda estamos longe de possuir.
Esse nos ensina a paciência, aquele a compreensão, aquele outro o imperativo da bondade, tanto quanto somos pessoalmente para cada um deles testes vivos nesses mesmos assuntos.
Acredite: sempre que os outros nos apareçam à maneira de problemas, somos para eles outros tantos problemas a resolver.
Diz a você que precisa identificar-se com a vida e descobrir-se para fazer o melhor, entretanto, unicamente pelos outros é que você se encontra e se realiza para as conquistas supremas da felicidade e do amor.


André Luiz



14 de maio de 2013


Vitória 

Quando a tristeza lhe bata à porta, pense nas alegrias que a vida nos proporciona constantemente.
Concentre-se no bem por fazer, a fim de que 
o mal não lhe perturbe as horas.
Diante de observações descabidas que 
lhe forem lançadas em rosto, silencie, reconhecendo que cada um de nós 
é responsável pelas próprias 
atitudes e pensamentos.
Não descreia da cooperação e auxilie aos outros, quanto possível.
Acenda a estrela da esperança nas próprias mãos, para que a luz não lhe falte 
no cotidiano.
Não espere dos outros aquilo que os outros ainda não possuem para dar.
Disponha-se a ceder de você mesmo o que tenha de melhor, a benefício dos 
companheiros de Humanidade.
Nada reclame.
Lembre-se de que se você cultivar a paciência, todos os prejuízos e desgostos da experiência terrestre se lhe farão mensageiros de bênçãos que você desconhece.
Se você sofre, trabalhe; se está doente, trabalhe. Se carregas o corpo enfraquecido, trabalhe, quanto puder e naquilo que 
possa fazer, porque isso resultará em 
auxílio a você mesmo.
Não olvide que um sorriso se reveste de imenso valor, nas mais difíceis circunstâncias.
Confie em Deus e confie em você mesmo, servindo sempre no amparo aos semelhantes
e cedo você reconhecerá que carrega, 
por dentro do próprio coração, 
o seu mais belo cântico de vitória.

_André Luiz_


13 de maio de 2013


Até o Fim

Já sentiu você o prazer de ajudar alguém, sem interesse secundário, de modo absoluto, do início ao fim da necessidade, presenciando um sucesso ou uma recuperação?
Por exemplo, encontrar um enfermo, sem possibilidades de tratamento, endereçado ao fracasso, e providenciar-lhe a melhoria, simplesmente em troca da satisfação de vê-lo restituído às oportunidades da existência?
Verte deste fato bem-estar sem paralelo em qualquer outra ação humana, por exprimir-se em regozijo íntimo inviolável.
Você já pensou nos resultados incalculáveis de se proteger uma criança impelida ao abandono, desde as primeiras iniciações da vida até a obtenção de um título profissional que lhe outorgue liberdade e respeito a si mesma, sem intuito de cobrança?
Já refletiu na importância inavaliável de um serviço sacrificial sustentado em benefício de outrem, do princípio ao remate, sem pedir ou esperar a admiração de quem quer que seja?
Só aqueles que já passaram por essas realizações conseguem julgar a pureza da euforia e a originalidade da emoção que nos dominam, ao cumprirmos integralmente os deveres assistenciais do começo ao acabamento, sem a mínima idéia de compensação.
Ocasiões não faltam.
Ombreamos diariamente multidões de doentes, desabrigados, famintos, nus, obsessos e desorientados.
Você pode até mesmo escolher a empreitada que pretenda chamar para si.
Há um encanto particular em sermos protagonistas ou colaboradores efetivos das vitórias do próximo. Em muitas ocasiões, não há melhor estimulante à vida e ao trabalho.
Para legiões de criaturas essa obra de benemerência completa e oculta é a fórmula para restaurarem a confiança em Deus, cujas leis de amor funcionam pela marca do anonimato, em bases impessoais.
Nessas empresas do bem por dedicação ao bem, almas inúmeras encontram a cura dos males, o esquecimento de sombras, a significação da utilidade pessoal e a equação ideal do contentamento de viver.
Quando inconformidade ou monotonia lhe desfigurem a paisagem interior, dinamize o seu poder de auxiliar.
Semeie sacrifícios e colha sorrisos.
Dê suas posses e receba a alegria que não tem preço.
Tome a iniciativa de oferecer a sua hora e outros virão espontaneamente trazer dias e dias de apoio ao trabalho em que você se empenhou.
Experimente. Desencadeie a causa do bem e o bem responderá mecanicamente com os seus admiráveis efeitos.


André Luiz


11 de maio de 2013


Dez Maneiras de Amar a Nós Mesmos

1 - Disciplinar os próprios impulsos.
2 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.
3 - Atender aos bons conselhos que traçamos para os outros.
4 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.
5 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.
6 - Evitar as conversações inúteis.
7 - Receber o sofrimento o processo de nossa educação.
8 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.
9 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.
10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes quantas se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos sem desanimar e colocando-nos a serviço do Divino Mestre, hoje e sempre.

Autor
André Luiz


10 de maio de 2013


 Liberte a Você

Lábios envenenados pelo fel da maledicência não conseguem sorrir com verdadeira alegria.
Ouvidos fechados com a cera da leviandade não escutam as harmonias intraduzíveis da paz.
Olhos empoeirados pela indiscrição não vêem as paisagens reconfortantes do mundo.
Braços inertes na ociosidade não conseguem fugir à paralisia.
Mente prisioneira no mal não amealha recursos para reter o bem.
Coração incapaz de sentir a fraternidade pura não se ajusta ao ritmo da esperança e da fé.
Liberte a você de semelhantes flagelos. 
Leis indefectíveis de amor e justiça superintendem todos os fenômenos do Universo e fiscalizam as reações de cada espírito. Assim, pois, no trabalho da própria renovação, a criatura não pode desprezar nenhuma das suas manifestações pessoais, sem o que dificilmente marchará para a Vanguarda de Luz.

André Luiz


9 de maio de 2013


Nosso grupo

Nosso grupo de trabalho espírita-cristão, em verdade, assemelha-se ao campo consagrado 
á lavoura comum.
Almas em pranto que o procuram simbolizam terrenos alagadiços que nos cabe drenar 
proveitosamente. Observadores agressivos e rudes são espinheiros magnéticos que 
devemos remover sem alarde.
Freqüentadores enquistados na ociosidade mental constituem gleba seca que nos 
compete irrigar com carinho.
Criaturas de boa índole, mas vacilantes na fé, expressam erva frágil que nos pede socorro até 
que o tempo as favoreça. Confrades irritadiços, padecendo melindres pessoais infindáveis, 
são os arbustos carcomidos por vermes de feio aspecto. Irmãos sonhadores, 
eficientesnas idéias e negativos na ação, representam flores improdutivas.
Pedinchões inveterados, que nunca movem os braços nas boas obras, afiguram-se-nos 
folhagem estéril que precisamos suportar com paciência. Amigos dedicados ao mexerico 
e ao sarcasmo são pássaros arrasadores que prejudicam a sementeira.
O companheiro, porém, que traz consigo o coração, para servir, é o semeador que sai 
com Jesus a semear, ajudando incessantemente a execução do Plano Divino e preparando 
a seara do amor e da Sabedoria, em favor da Humanidade, no futuro melhor.

_André Luiz_


8 de maio de 2013


Perante os Doentes

Criar em torno dos doentes uma atmosfera de positiva confiança, através de preces, vibrações e palavras de carinho, fortaleza e bom ânimo.
O trabalho de recuperação do corpo fundamenta-se na reabilitação do Espírito.
Mesmo quando sejam ligados estreitamente ao coração, não se deixar abater à face dos enfermos, mas sim apresentar-lhes elevação de sentimento e fé, fugindo a exclamações de pena ou tristeza.
O desespero é fogo invisível.
Discorrer sempre que necessário sobre o papel relevante da dor em nosso caminho, sem quaisquer lamentações infelizes.
A resignação nasce da confiança.
Em nenhuma circunstância, garantir a cura ou marcar o prazo para o restabelecimento completo dos doentes, em particular dos obsidiados, sob pena de cair em leviandade.
Antes de tudo vige a Vontade Sábia do Pai Excelso.
Dar atenção e carinho aos corações angustiados e sofredores, sem falar ou agir de modo a humilhá-los em suas posições e convicções, buscando atender-lhes às necessidades físicas e morais dentro dos recursos ao nosso alcance.
A melhoria eficaz das almas deita raízes na solidariedade perfeita.
Procurar com alegria, ao serviço da própria regeneração, o convívio prolongado com parentes ou companheiros atacados pela invalidez, pelo desequilíbrio ou pelas enfermidades pertinazes.
O antídoto do mal é a perseverança no bem.

André Luiz


7 de maio de 2013


Preocupações

Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.
Não é a preocupação que aniquila a pessoa e sim a preocupação em virtude da preocupação.
Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.
Uma pessoa ocupada em servir nunca dispõe de tempo para comentar injúria ou ingratidão.
Disse um notável filósofo: "uma criatura irritada está sempre cheia de veneno", e podemos acrescentar: "e de enfermidade também".
Trabalhe antes, durante e depois de qualquer crise e o trabalho garantirá sua paz.
Conte as bênçãos que lhe enriquecem a vida, em anotando os males que porventura lhe visitem o coração, para reconhecer o saldo imenso de vantagens a seu favor.
Geralmente, o mal é o bem mal-interpretado.
Em qualquer fracasso, compreenda que se você pode trabalhar, pode igualmente servir, e quem pode servir carrega consigo um tesouro nas mãos.
Por maior lhe seja o fardo do sofrimento, lembre-se de que Deus, que agüentou com você ontem, agüentará também hoje.


Autor: André Luiz