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| Mistic Angel

30 de junho de 2013

Entre Cônjuges 

Prossiga amando e respeitando os pais, depois da formação da própria casa, compreendendo, 
porém, que isso traz novas responsabilidades para o exercício das quais é imperioso cultivar independência, mas, a pretexto de liberdade, 
não relegar os pais ao abandono. 
Não deprecie os ideais e preocupações do outro.
selecione as relações. Respeite as amizades do companheiro ou da companheira.
É preciso reconhecer a diversidade dos gostos e vocações daquele ou daquela que se toma 
para compartilhar-nos a vida.
Antes de observar os possíveis erros ou defeitos do outro, vale mais procurar-lhe as qualidades 
e dotes superiores para estimulá-los ao desenvolvimento justo.
Jamais desprezar a importância da relações sexuais com o respeito a fidelidade nos compromissos assumidos. 
Não sacrifique a paz do lar com discussões e conflitos, a pretexto de honorificar essa ou aquela causa da Humanidade, porque a 
dignidade de qualquer causa da Humanidade começa no reduto doméstico.
Não deixe de estudar e aprimorar-se constantemente sob a desculpa de haver deixado a condição de solteiro ou de solteira.
Sempre é necessário compreender que a comunhão afetiva no lar deve recomeçar, todos os dias, a fim de consolidar-se em clima de 
harmonia e segurança.

_ André Luiz_


29 de junho de 2013

Tempo

Todas as criaturas gozam o tempo, mas raras vezes aproveitam-no.
Corre a oportunidade espalhando bênçãos.
Arrasta-se o homem estragando dádivas recebidas. Cada dia é um país de vinte e 
quatro províncias. Cada hora é uma província de sessenta unidades.
O homem, contudo, é o semeador que não despertou ainda. Distraído cultivador, pergunta: “que farei?! E o tempo silencioso responde com ensejos benditos:
De servir, ganhando autoridade; de obedecer, conquistando o mundo; de lutar escalando os céus.
O homem, todavia, voluntariamente cego, roga sempre mais tempo para zombar da vida, porque se obedece, revolta-se, orgulhoso; se sofre, injuria e blasfema; se chamando as contas, lavra reclamações descabidas.
Cientistas fogem da verdadeira ciência.
Filósofos ausentam-se dos próprios ensinos.
Religiosos negam a religião.
Administradores retiram-se da responsabilidade.
Médicos subtraem-se à Medicina.
Literatos furtam-se à divina verdade.
Estadistas centralizam a dominação.
Servidores do povo buscam interesses privados. Lavradores abandonam a terra.
Trabalhadores escapam do serviço.
Gozadores temporários entronizam ilusões.
Ao invés de suar no trabalho, apanham borboletas da fantasia.
Desfrutam a existência, assassinando-a em si próprios.
Possuem os bens da Terra acabando possuídos. Reclamam liberdade, submetendo-se à escravidão.
Mas chega um dia, porque há sempre um dia mais claro que os outros, em que a morte surge reclamando trapos velhos...
O tempo recolhe, então, apressado, as oportunidades que pareciam sem fim... 
E o homem reconhece, tardiamente preocupado, que a Eternidade infinita pede conta do minuto

_André Luiz_


28 de junho de 2013

Ouvindo a Natureza

Em todos os ângulos da Vida Universal, encontramos, patentes, os recursos infinitos da Sabedoria Divina.
A interdependência e a função, a disciplina e o valor são alguns aspectos simples da vida dos seres e das cousas.
Interdependência – a vida vegetal vibra em regime de reciprocidade com a vida animal. A laranjeira fornece oxigênio ao cavalo e o cavalo cede gás carbônico à laranjeira.
Função – o futuro é o resultado principal da existência da planta. A laranjeira, conquanto possua aplicações diversas, tem na laranja a finalidade maior da própria vida.
Disciplina – cada vegetal produz um só fruto específico. Existem infinitas qualidades de frutos, todavia a laranjeira somente distribui laranjas.
Valor – cada fruto varia quanto às próprias qualidades. A laranja pode ser doce ou azeda, volumosa ou diminuta, seca ou suculenta.
Antes de o homem surgir na superfície do Planeta, o vegetal, há muito, seguia as leis existentes.
Como usufrutuários do Universo, saibamos, assim, que toda ação humana contrária à Natureza constitui caminho a sofrimento.
Retiremos dos cenários naturais as lições indispensáveis à nossa vida.
Somos interdependentes.
Não vivemos em paz sem construir a paz dos outros.
Temos funções específicas.
Existimos para colaborar no progresso da Criação, edificando o bem para todas as criaturas.
Carecemos de disciplina.
Sem método em nossos atos, não demandaremos a luz da frente.
Somos valorizados pelas leis divinas.
Valemos o preço das nossas ações, em qualquer atividade, onde estivermos.

Autor
André Luiz


27 de junho de 2013


*Caminhos Retos*

Tempo sem desperdício.
Trabalho sem desanimo.
Estudo sem cansaço.
Oração sem inércia.
Alimentação sem abuso.
Tranqüilidade sem preguiça.
Alegria sem desordem.
Distração sem vício.
Fé sem fanatismo.
Disciplina sem violência.
Firmeza sem arrogância.
Amor sem egoísmo.
Ajuda sem paga.
Realização sem jactância.
Perdão sem exigência.
Dificilmente libertar-nos-emos da ilusão que nos confunde a vida, se fugimos de palmilhar esses caminhos retos, rumo à Imortalidade Triunfante.

*_André Luiz _*


26 de junho de 2013


EXPERIMENTE HOJE

Agradecer a Deus os benefícios da vida e valorizar os recursos do próprio corpo.
Trabalhar e servir além do próprio dever, quanto lhe seja possível.
Observar, ainda mesmo por instantes, a beleza da paisagem que lhe emoldura a   presença.
Nada reclamar.
Comentar unicamente os assuntos edificantes.
Refletir nas qualidades nobres de alguma pessoa com a qual os seus sentimentos ainda não se afinem.
Falar sem azedume e sem agressividade na voz.
Ler algum trecho construtivo.
Praticar, pelo menos, uma boa ação, sem contar isso a pessoa alguma.
Cultivar tolerância para com a liberdade dos outros sem atrapalhar a ninguém.
Atendamos diariamente a semelhante receita de atitude e, em breve tempo, realizaremos a conquista da paz.


(De “Busca e acharás”, 
de Francisco Cândido Xavier – 
Espíritos Emmanuel e André Luiz).


25 de junho de 2013

Nem Castigo, Nem Perdão

O espírita encontra na própria fé- o Cristianismo 
Redivivo- estímulos novos para viver  com alegria, pois, com ele, os conceitos 
fundamentais da existência recebem sopros poderosos de renovação.
A terra não é prisão de sofrimento eterno.
É escola abençoada das almas.
A felicidade não é miragem do porvir.
É realidade de hoje.
A dor não é forjada por outrem.
É criação do próprio espírito.
A virtude não é contentamento futuro.
É júbilo que já existe.
A morte não é santificação automática.
É mudança de trabalho e de clima.
O futuro não é surpresa atordoante.
É conseqüência dos atos presentes.
O bem não é o conforto do próximo, apenas.
É ajuda a nós mesmos.
Deus é Equidade Soberana, não castiga e nem perdoa, mas o ser consciente profere para si 
as sentenças de absolvição ou culpa ante as Leis Divinas.
Nossa conduta é o progresso, nossa consciência o tribunal. Não nos esqueçamos, portanto, de que, se a Doutrina Espírita dilata 
o entendimento da vida, amplia a responsabilidade da criatura. 
As raízes das grandes provas irrompem  do passado – subsolo da nossa existência – e, na estrada da evolução, quem sai de uma vida 
entra em outra, porque berço e túmulo são, simultâneamente, entradas e saídas em planos da Vida Eterna.

_André Luiz_


24 de junho de 2013

O Que é Ser Feliz

Um homem muito rico resolveu viajar e então pegou seu iate e saiu pelo mundo. 
Certo dia, chegou a uma ilha maravilhosa, cheia de riachos, de água cristalina e cachoeiras. 
Tinha também muitos tipos de árvores frutíferas e muito peixe.
O homem rico começou a andar pela ilha e encontrou um caboclo deitado numa rede, olhando para aquele mar muito azul.
Chegou bem perto do caboclo e puxou conversa:
Muito bonito tudo por aqui...
É...disse o caboclo, sem tirar os olhos daquele mar .
Tem muito peixe nesse mar ?
E só jogar a rede e pega quantos quiser .
Por que você não pesca bastante ?
Para que ?
Ora, você pega um montão de peixes e vende .
Para que ?
Com o dinheiro destes peixes, você compra uma canoa maior, vai mais no fundo e pega mais peixe ainda .
Para que ?
Com o dinheiro você compra mais um barco, pega mais peixe e ganha mais dinheiro .
Para que ?
Você vai juntando, cada vez mais dinheiro, compra cada vez mais barcos, até chegar um dia em que você terá uma industria de pesca.
Para que ?
Ora, meu homem, você então será um homem poderoso, um homem rico, terá tudo que quiser, tudo o que sonhar, poderá comprar um iate como o meu, poderá comprar uma ilha como esta e então ficar o resto da vida descansando, sem preocupações...
Ao que o cabloco serenamente respondeu :
E o que é que eu estou fazendo agora ?
A FELICIDADE É O DOM DE SE JULGAR FELIZ !
a.. A sua profissão é privilégio e aprendizado.
b.. Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bênçãos.
c.. O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante à árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.
d.. Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.
e.. Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.
f.. Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.
g.. O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide a servir.
h.. Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.
i.. Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.
j.. Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

Autor
André Luiz


23 de junho de 2013

Até o Fim

Já sentiu você o prazer de ajudar alguém, sem interesse secundário, de modo absoluto, do início ao fim da necessidade, presenciando um sucesso ou uma recuperação?
Por exemplo, encontrar um enfermo, sem possibilidades de tratamento, endereçado ao fracasso, e providenciar-lhe a melhoria, simplesmente em troca da satisfação de vê-lo restituído às oportunidades da existência?
Verte deste fato bem-estar sem paralelo em qualquer outra ação humana, por exprimir-se em regozijo íntimo inviolável.
Você já pensou nos resultados incalculáveis de se proteger uma criança impelida ao abandono, desde as primeiras iniciações da vida até a obtenção de um título profissional que lhe outorgue liberdade e respeito a si mesma, sem intuito de cobrança?
Já refletiu na importância inavaliável de um serviço sacrificial sustentado em benefício de outrem, do princípio ao remate, sem pedir ou esperar a admiração de quem quer que seja?
Só aqueles que já passaram por essas realizações conseguem julgar a pureza da euforia e a originalidade da emoção que nos dominam, ao cumprirmos integralmente os deveres assistenciais do começo ao acabamento, sem a mínima idéia de compensação.
Ocasiões não faltam.
Ombreamos diariamente multidões de doentes, desabrigados, famintos, nus, obsessos e desorientados.
Você pode até mesmo escolher a empreitada que pretenda chamar para si.
Há um encanto particular em sermos protagonistas ou colaboradores efetivos das vitórias do próximo. Em muitas ocasiões, não há melhor estimulante à vida e ao trabalho.
Para legiões de criaturas essa obra de benemerência completa e oculta é a fórmula para restaurarem a confiança em Deus, cujas leis de amor funcionam pela marca do anonimato, em bases impessoais.
Nessas empresas do bem por dedicação ao bem, almas inúmeras encontram a cura dos males, o esquecimento de sombras, a significação da utilidade pessoal e a equação ideal do contentamento de viver.
Quando inconformidade ou monotonia lhe desfigurem a paisagem interior, dinamize o seu poder de auxiliar.
Semeie sacrifícios e colha sorrisos.
Dê suas posses e receba a alegria que não tem preço.
Tome a iniciativa de oferecer a sua hora e outros virão espontaneamente trazer dias e dias de apoio ao trabalho em que você se empenhou.
Experimente. Desencadeie a causa do bem e o bem responderá mecanicamente com os seus admiráveis efeitos.

André Luiz


22 de junho de 2013


Indagação e Resposta

Possivelmente, você também será daqueles companheiros do mundo físico que indagam pela razão dos Mentores desencarnados transmitirem tantas mensagens de essência filosófica, mormente baseadas nos ensinamentos do Cristo.
Responderemos que uma pergunta dessas equivale à inquisição que alguém formulasse sobre o motivo de tantas escolas para os que vivem na Terra.
A verdade é que todos os irmãos do Plano Físico queiram ou não, acreditem ou não acreditem virão ter conosco, mais hoje ou mais depois de amanhã, e cabe-nos diminuir o trabalho que, porventura, nos venham a impor, ao abordarem o nosso campo de vivência espiritual, já que somos todos uma família, perante Deus.
Examinem vocês algumas das perguntas que nos são desfechadas, com absoluta sinceridade, por milhares de companheiros, assim que se conscientizam quanto à própria desencarnação:
- Onde se localiza o céu dos bem-aventurados?
- Onde residem os anjos?
- Por que Deus em pessoa não se dispôs a vir recebê-los?
- Por que Jesus lhes foge à visão, se viveram orando e confiando nele?
- Por que sofreram tanto?
- Por que não conseguem conversar imediatamente com os familiares que ficaram à distância?
- Por que são convidados a trabalhar se tanto esperaram pelo descanso?
- Por que não foram avisados sobre o dia da volta à Verdadeira Vida?
- Por que não conseguem alterar os testamentos que deixaram no mundo?
- Em que lugar estão os infernos?
- Onde estão encravados os purgatório'>purgatórios?
- Como será o repouso que lhes será concedido se não enxergam amigo algum que não seja em trabalho árduo?
- Por que as entidades angélicas não lhes dispensam as atenções de que se julgam merecedoras?
Para resumir, dir-lhes-ei que, há dias, um amigo nosso, devotado obreiro do Bem, na Espiritualidade, foi questionado por um irmão recém vindo da Terra, dentre aqueles que lhe recebiam diretrizes, sobre o melhor meio pelo qual conseguiria enxergar alguns demônios.
Com o melhor humor, o companheiro apenas respondeu:
- Meu filho, lamento muito, mas não tenho aqui um espelho para nós dois!

Autor
André Luiz


21 de junho de 2013

Vizinhos

Ampare os vizinhos sem ser indiscreto. Discrição é caridade.
Cultue a gentileza na vizinhança. Ajude a todos aqueles que lhe partilham a estrada, para que alguém ajude você nas horas difíceis.
Respeite as ocorrências alegres ou infelizes que afetem os lares próximos. Incêndio na casa alheia é ameaça de fogo na nossa própria casa.
Desfaça qualquer incompreensão entre você e os irmãos do ambiente em que vive. Todo vizinho pode ser bom, se você cultivar a bondade para com ele.
Compreenda os problemas e as dificuldades de quantos caminham ao seu lado. Os familiares são parentes do sangue, mas os vizinhos são parentes do coração.

Autor
André Luiz


20 de junho de 2013

O Melhor para Fazer

Se você não consegue evitar a irritação, use o silêncio.
Se não aprova o socorro material aos necessitados, não apague a chama da beneficência no coração daqueles que a praticam.
Se ainda não sente facilidade para esquecer as faltas alheias, não considere por subserviência a atitude louvável dos irmãos que olvidam o mal, a qualquer instante, em louvor do bem.
Se não acredita no valor do diálogo construtivo, em favor dos irmãos ignorantes e infelizes, não menospreze o esforço daqueles que cultivam buscando a libertação dos companheiros ensombrados em desequilíbrio.
Se não admite o amparo das entidades humildes, na supressão das dificuldades de espírito e das desarmonias do corpo, enquanto estamos na Terra, não menoscabe o apoio de semelhantes auxiliares que se guiam pelas bênçãos da Natureza.
Se não dispõe de recurso apara a cordialidade com todos, não impeça que outros a exemplifiquem, na prática da fraternidade.
Se não suporta o clima de intercâmbio com os amigos encarnados ou desencarnados, ainda presos, de certo modo, às trevas de espírito, não subestime o trabalho de quantos se dedicam a reconfortá-los e esclarecê-los.
Se não podes abraçar os portadores de opiniões e crenças diversas das suas, não julgue por irresponsabilidade a tarefa respeitável de quantos se aplicam à solidariedade para aproveitamento no bem de todos os obreiros da fé que nos partilhem a convivência e o caminho.
Se não sabe unir os irmãos de experiência na sustentação das boas obras, não tenha por bajulação o comportamento daqueles que colaboram na harmonia e no entrosamento de todos os corações para o bem.
É natural pense cada um como possa e ninguém deve promover a violência na Obra de Deus, mas, em qualquer tempo e situação, estejamos certos de que muito coopera e auxilia sempre quem trabalha e não atrapalha.

Autor
André Luiz


19 de junho de 2013

SIGA FELIZ

Viva em paz com a sua consciência...
Sempre que você se compare com alguém, evite orgulho e desprezo, reconhecendo que em todos os lugares existem criaturas, acima ou abaixo de sua posição.
Consagre-se ao trabalho que abraçou realizando com ele o melhor que você possa, no apoio ao bem comum.
Trate o seu corpo na condição de primoroso instrumento, ao qual se deve a maior atenção no desempenho da própria tarefa.
Ainda que se veja sob graves ofensas, não guarde ressentimento, observando que somos todos, os espíritos em evolução na Terra, suscetíveis de errar.
Cultive sinceridade com bondade para que a franqueza agressiva não lhe estrague belos momentos no mundo.
Procure companhias que lhe possam doar melhoria de espírito e nobreza de sentimentos.
Converse humanizando ou elevando aquilo que se fala.
Não exija da vida aquilo que a vida ainda não lhe deu, mas siga em frente no esforço de merecer a realização dos seus ideais.
E, trabalhando e servindo sempre você obterá prodígios, no tempo, com a bênção de Deus.

ANDRÉ LUIZ
(Do livro “Momentos de Ouro”, Francisco C. Xavier)