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| Mistic Angel

12 de outubro de 2012


Em Termos Lógicos


Não há vida sem responsabilidade. Todo ser tem direitos e obrigações.

Não há ação sem testemunha. Somos participantes da Vida Universal.

Não há erro com razão. Só a verdade é lógica.

Não há sentimentos incontroláveis. O espírito é o criador da própria emoção.

Não há dificuldade intransponível. Cada aluno recebe lições conforme o entendimento que evidencia.

Não há perfeita alegria que viceje no insulamento. A felicidade é a benção de luz que apenas medra no terreno da solidariedade.

Não há ponto final para o amor. Amor é vida e a vida é eternidade.


André Luiz





11 de outubro de 2012



Aspectos da Dor


Os soluços de dor são compreensíveis até o ponto em que não atingem a fermentação da revolta, porque, depois disso, se convertem todos eles em censura infeliz aos planos do Céu.
A enfermidade jamais erra o endereço para suas visitas.
As lágrimas, em verdade, são iguais às palavras. Nenhuma existe destituída de significação.
Somente chega a entender a vida quem compreende a dor.
A evolução regula também o sofrimento das criaturas e nelas se evidencia mais superficial ou mais profunda, conforme o aprimoramento de cada uma.
Se você pretende vencer, não menospreza a possibilidade de amargar, algumas vezes, a aflição da derrota como lição no caminho para o triunfo.
Aprende melhor quem aceita a escola da provação, porquanto, sem ela, os valores da experiência permaneceriam ignorados.
A dor não provém de Deus, de vez que, segundo a Lei, ela é uma criação de quem a sofre.


André Luiz



10 de outubro de 2012

Cristãmente


Conheça a você mesmo.
Existem pessoas que percorrem o mundo inteiro à procura de si próprias.
Resguarde o corpo físico.
Toda indisciplina pode dar serviço aos coveiros.
Santifique a palavra.
Entre os animais da Terra, só o homem possui desenvoltura para falar.
Supere o vício.
Se você não domina o hábito, o hábito acaba dominando você.
Ajude para o bem.
A luta pela conservação da posse também cria chagas e rugas.
Esqueça o mal.
Antes da fatalidade da morte, existe a fatalidade da vida.
Entenda auxiliando.
Viva o cristão de tal modo que ninguém lhe deseje a ausência.
Não reclame.
O próprio Senhor do Universo traça leis, mas não faz exigências.


André Luiz




9 de outubro de 2012


Antes do Berço


Antes do berço, na espiritualidade, examinando as suas próprias necessidades de aperfeiçoamento terá você pedido:
- a deficiência corpórea que induza à elevação
de sentimentos;
- a enfermidade de longa duração, capaz de
educar-lhe os impulsos;
- essa ou aquela lesão física que favoreça os exercícios de disciplina;
- determinada mutilação que lhe iniba o arrastamento à agressividade
exagerada;
- o complexo psicológico que lhe renove as idéias;
- o Lar amargo onde possa aprender quanto vale a afeição;
- o traço de prova que lhe impõe obstáculos no grupo social, a fim de
esquecer enquistações de orgulho;
- o reencontro com os adversários do passado, então na forma de parentes
difíceis, atendendo a resgate de antigos débitos;
- a impossibilidade temporária para a obtenção de um título acadêmico,
de modo a frenar-se contra desmandos intelectuais;
- a internação passageira em ambiente de pauperismo, de maneira a
desenvolver a própria habilitação no trabalho pessoal.

Aceite as dificuldades e desafios da existência, porque na maioria das circunstâncias, são respostas da Providência Divina aos nossos anseios de reajuste e sublimação.

André Luiz



8 de outubro de 2012


Bem-Aventurados




Bem-aventurados os aflitos

Que, chorando – não se desanimam,
Que, ofendidos – não revidam,
Que, esquecidos pelos outros – não olvidam os deveres que lhes são próprios,
Que, dilacerados – não ferem,
Que, caluniados – não caluniam,
Que, desamparados – não desamparam,
Que, acoitados – não praguejam,
Que, injustiçados – não se justificam,
Que, traídos – não atraiçoam,
Que, perseguidos – não perseguem,
Que, desprezados – não desprezam,
Que, ridicularizados – não ironizam,
Que, sofrendo – não fazem sofrer...
Até agora, raros aflitos da Terra conseguiram merecer as bem-aventuranças do Céu, porque, realmente, com amor puro somente o
Grande Aflito da Cruz se entregou ao sacrifício total pelos próprios verdugos, rogando perdão para a ignorância deles e voltando das trevas do túmulo para socorrer e salvar, com sua ressurreição e com o seu devotamento, a
Humanidade inteira.

      André Luiz






7 de outubro de 2012


Espiritismo nas Opiniões


Quanto mais se agiganta a evolução na Terra, mais amplos se fazem os órgãos informativos.
Em todos os lugares, autoridades pesquisam, confrontam, observam, conjeturam, e no fundo, é sempre o esclarecimento que surge, através da tese'>síntese, auxiliando o homem a escolher caminhos e selecionar atitudes.
Serviços, ajustes, descobertas, fenômenos e técnicas, nos mais remotos setores do Planeta, pela força do livro e da escola, da imprensa e do rádio, da televisão e do cinema, entram nas interpretações da propaganda, sugerindo preceitos ou traçando soluções.
Justa, dessa forma, a iniciativa de trazer a Doutrina Espírita à concorrência honesta das normas que as religiões e as filosofias apresentam às criaturas, no sentido de lhes facilitar a existência.
Os espíritas, em todos os quadrantes da atividade terrestre, podem esculpir, sobretudo, nas próprias ações, o conceito espírita que lhes dirige as convicções.
Certo, ao temos receitas de felicidade ilusória para dar e nem sabemos, rebaixar o céu ao nível do chão, mas dispomos dos recursos precisos à construção da felicidade e do céu, no reino interior pelo trabalho e pelo estudo, no auto-aperfeiçoamento.
Aos que se mostrem decididos à realização espírita pelos testemunhos de Espiritismo realizado, convidamos à meditação no ensinamento libertador de
Allan Kardec, sob a inspiração do Cristo, a fim de que possamos edificar a influência espírita, nos mecanismos do progresso e da cultura, não só para que o
Espiritismo palpite, vibrante, no parque de opiniões da vida moderna, mas também para que as opiniões do Espiritismo sejam, lidas em nós.

André Luiz



6 de outubro de 2012


Palavras de Irmão


O Espiritismo com Jesus é o edifício do aperfeiçoamento moral que os corações de boa vontade estão erigindo para o mundo.
Se você não puder trazer planos completos para a sublime edificação, ajude a levantar o conjunto da obra redentora.
Se não conseguir responsabilizar-se por algum trecho isolado das paredes de luz, traga o tijolo da colaboração fraterna.
Se você não possui algumas gramas de cimento para contribuir no serviço, coopere com um punhado de areia.
Se não puder partilhar o esforço coletivo de instalação e equipamento do santuário, ofereça uma prece pelo fortalecimento dos que se empenham na sagrada realização.
Mas se lhe não é possível o concurso do coração ou da inteligência, do apoio material ou do próprio suor, não perturbe os raros trabalhadores que se dedicam ao levantamento desse refugio divino da Humanidade.
Quando você não puder auxiliar espontaneamente aqueles que consagram alguma coisa de si mesmos à execução dos projetos salvadores do Mestre, guarde respeitoso silencio em seu verbo e que as suas mãos não apedrejem os servos que se movimentam na concretização dos Celestes Desígnios.
Conferindo-lhe a claridade santificante da Doutrina da Luz e do Amor, o Cristo honrou a sua existência com elevado mandato de serviço, mas se o seu espírito prefere a posição do mendigo, não prejudique os colaboradores do Senhor, a fim de que eles possam socorrer o seu próprio coração, nos dias escuros da necessidade que você atravessará, certamente, mais tarde, na amargura e no desencanto do mordomo infiel que reteve debalde a gleba da bênção e da oportunidade sem qualquer produção para os celeiros do bem.


André Luiz



5 de outubro de 2012



VOCÊ E OS OUTROS 

 
Amigo, atendamos ao apelo da fraternidade. 
Abra a própria alma às manifestações generosas para com todos os seres, sem trancar-se na torre de falsas situações, à frente do mundo. 
A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros. 
Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão. 
Evite a circunspecção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia. 
Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta. 
Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática. 
Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhe ignora os sofrimentos. 
Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas ou aos sapatos brilhantes, que possam mostrar. 
Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade. 
Dê atenção a quem lha peça, sem criar empecilhos. 
Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósito de superioridade. 
Faça amizades desinteressadamente. 
Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração. 
Ninguém pode fugir à convivência da Humanidade. 
Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio. 
Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo. 
Seja comunicativo. 
Sorria à criança. 
Cumprimente o velhinho. 
Converse com o doente. 
Liberte o próprio coração, destruindo as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho. 
Xavier, Francisco Cândido. 
Da obra: Apostilas da Vida.
Ditado pelo Espírito André Luiz




4 de outubro de 2012



Este Dia

Este dia é o seu melhor tempo, o instante de agora.
Se você guarda inclinação para a tristeza, este é o ensejo de meditar na 
alegria da vida e de aceitar-lhe a mensagem de renovação permanente.
Se a doença permanece em sua companhia, surgiu a ocasião de tratar-se com 
segurança.
Se você errou, está no passo de acesso ao reajuste.
Se esse ou aquele plano de trabalho está incubado em seu pensamento, agora é
o momento de começar a realizá-lo.
Se deseja fazer alguma boa ação, apareceu o instante de promovê-la.
Se alguém aguarda as suas desculpas por faltas cometidas, terá soado a hora 
em que você pode esquecer qualquer ocorrência infeliz e sorrir novamente.
Se alguma visita ou manifestação afetiva esperam por você chegou o tempo de 
atendê-las.
Se precisa estudar determinada lição, encontrou você a oportunidade de fazer 
isso.
Este dia é um presente de Deus, em nosso auxílio; de nós depende aquilo que venhamos a fazer com ele.


Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Respostas da Vida




3 de outubro de 2012


Prece e Obsessão

A Providência Divina, pelas providências humanas, sustenta o amparo indiscriminado a todas as criaturas, mas estatui a reciprocidade em todos os processos de ação pelos quais a bondade da vida se manifesta.
 Comparemos a prece e a obsessão ao anseio de saber e ao tormento da ignorância.
 O professor esclarece o discípulo mas não lhe dispensa a aplicação direta ao ensino. E se o aluno é surdo-mudo, mesmo assim, para instruir-se, é obrigado a concentrar muitas das possibilidades da visão e da audição nas sutilezas do tato, se quer assimilar o que aprende.
 Recorramos, ainda, à lição viva que surge, entre a doença e o remédio.
 Administrar-se-á medicamento ao enfermo, mas não se pode eximi-lo do concurso necessário. E se o paciente não consegue ou não deve acolher os recursos precisos, através da boca, é constrangido a recebê-los por intermédio dos poros, das veias ou de outros canais do corpo.
 Todo socorro essencial ao veículo físico reclama a participação do veículo físico.
 Ninguém extingue a própria fome pelo esôfago alheio.
 Assim, também, nas necessidades do espírito,
 Na obsessão'>desobsessão, a prece indica a atividade libertadora, no entanto, não exonera o interessado da obrigação de renovar-se pelo serviço e pelo estudo, a fim de que se areje a casa íntima, de vez que todos aqueles que se acumpliciaram conosco, na prática do mal, em existências passadas, somente se transformam para o bem, quando nos identificam o esforço, por vezes difícil e doloroso, da nossa reeducação, na prática do bem.
 Resumindo, imaginemos o irmão obsidiado, ainda lúcido, como sendo prisioneiro da própria mente, convertida então em cela escura e comparemos o socorro espiritual à lâmpada generosa.
 Obsessão é o bolo pestífero transformado em caprichoso ferrolho na sombra. Oração é luz que acende.
 A claridade traça a orientação do que se tem a fazer, mas o detento é chamado a tomar a iniciativa do trabalho para libertar a si mesmo, removendo corajosamente o tenebroso foco de atração.

André Luiz


2 de outubro de 2012



Através da Reencarnação



Fora melhor que não existissem na Terra pedintes e mendigos, na expectativa do agasalho e do pão.
Se é justo deplorar o atraso moral do Planeta que ainda acalenta privação e necessidade, examinemos a nós mesmos, quando nos inclinamos para a ambição desvairada, e verificamos que a penúria, através da reencarnação, é o ensinamento que nos corrige os excessos.
Fora melhor não víssemos mutilados e enfermos, suplicando alívio e remédio.
Se é compreensível lastimar as condições da estância física, que ainda expõe semelhantes quadros de sofrimento, observemos o pesado lastro de animalidade que conservamos no próprio ser e reconheceremos que sem as doenças do corpo, através da reencarnação, seria quase impossível aprimorar as faculdades da alma.
Fora melhor não enxergarmos crianças infelizes, suscitando angústia no lar ou piedade na via pública.
Se é natural comover-nos diante de problemas assim dolorosos, meditemos nos ódios e aversões, conflitos e contendas, que tantas vezes carregamos para além do sepulcro, transformando-nos, depois da morte, em Espíritos vingativos e obsessores, e agradeceremos às Leis Divinas que nos fazem abatidos e pequeninos, através da reencarnação, entregando-nos ao amparo e arbítrio daqueles mesmos irmãos a quem ferimos noutras épocas, afim de que nós, carecentes de tudo na infância, até mesmo da comiseração maternal que nos limpe e conserve o organismo indefeso, venhamos, por fim, a aprender que a Eterna Sabedoria nos ergueu para o amor imperecível na Vida Triunfante.
Terra bendita! Terra, que tanta vez malsinamos nos dias de infortúnio ou nos momentos de ignorância, nós te agradecemos as dores e as aflições que nos ofereces, por espólio de nossos próprios erros, e rogamos a Deus nos fortaleça os propósitos de reajuste e aperfeiçoamento, para que, um dia, possamos retribuir-te, de algum modo, os benefícios que nos tens prodigalizado, por milênios de milênios, através da reencarnação!...


Francisco Cândido Xavier



1 de outubro de 2012



Pode Acreditar

Falará você na bondade a todo instante, mas, se não for bom, isso será inútil para a sua felicidade.
Sua mão escreverá belas páginas, atendendo a inspiração superior; no entanto, se você não estampar a beleza delas em seu espírito, não passará de estafeta sem inteligência.
Lerá maravilhosos livros, com emoção e lágrimas; todavia, se não aplicar o que você leu, será tão-somente um péssimo registrador.
Cultivará convicções sinceras, em matéria de fé; entretanto, se essas convicções não servirem à sua renovação para o bem, sua mente estará resumida a um cabide de máximas religiosas.
Sua capacidade de orientar disciplinará muita gente, melhorando personalidades; contudo, se você não se disciplinar, a Lei o defrontará com o mesmo rigor com que ela se utiliza de você para aprimorar os outros.
Você conhecerá perfeitamente as lições para o caminho e passará, ante os olhos mortais do mundo, à galeria dos heróis e dos santos; mas, se não praticar os bons ensinamentos que conhece, perante as Leis Divinas recomeçará sempre o seu trabalho e cada vez mais dificilmente.
Você chamará a Jesus: Mestre e Senhor...; se não quiser, porém, aprender a servir com Ele, suas palavras soarão sem qualquer sentido.


XAVIER, Francisco Cândido. 
Agenda Cristã. 
Pelo Espírito André Luiz. 
FEB.